Óleo essencial de Lavandula angustifolia sobre Aedes aegypti (Linneaus, 1762)

dc.creatorVicentin, Jenifer Milena Cavalheiro
dc.creatorSartori, Pedro Vitor Vaz
dc.creatorMessias, Jhonatan Rafael
dc.creatorLizardo, Isabella Zanata
dc.creatorRodrigues, Diego Resende
dc.creatorPeixoto, Erika Cosendey Toledo de Mello
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0003-1913-4247
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0007-2715-1385
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0003-7114-7253
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0002-6162-2092
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-9495-8943
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0002-9608-4282
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0736268739159712
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dc.date.accessioned2026-03-05T17:27:52Z
dc.date.available2026-03-05T17:27:52Z
dc.date.issued2024
dc.description.resumoAedes aegypti apresenta importância epidemiológica por ser vetor de arboviroses. Inseticidas químicos são utilizados para seu controle, mas possuem princípios nocivos que afetam o ambiente e a saúde pública. Problemas respiratórios, neurotóxicos e resistência farmacológica foram relacionados ao uso desses pesticidas. Produtos naturais como óleos essenciais podem representar alternativa sustentável e biodegradável ao uso de inseticidas químicos. Dessa forma, objetivou-se avaliar ação larvicida do óleo essencial de Lavandula angustifólia a 5% (OEL). O teste larvicida foi realizado conforme Organização Mundial da Saúde, e os seguintes tratamentos foram avaliados: OEL 5%, controle negativo (água não clorada) e positivo Espinosade (Espinosina A e D). OEL determinou 100% de mortalidade em 24h, o tratamento controle positivo determinou 90% e 100% de mortalidade em 24h e 48h respectivamente, e o tratamento controle negativo não determinou mortalidade larval. Assim, foi possível concluir que o OEL pode contribuir para a sustentabilidade ambiental, favorecendo as estratégias sanitárias no que se refere ao controle das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti. Portanto, justifica-se a continuidade deste estudo, a fim de se determinar a dose letal mínima e consequentemente possibilitar a diminuição do custo e maior sustentabilidade tanto ambiental como econômica na aplicabilidade do produto como biolarvicida.
dc.identifier.citationVICENTIN, J. M. C.; SARTORI, P. V.; MESSIAS, J. R.; LIZARDO, I. Z.; RODRIGUES, D. R.; PEIXOTO, E. C. T. M. Óleo essencial de Lavandula angustifolia sobre Aedes aegypti (Linneaus, 1762). In: SIMPÓSIO NACIONAL DE PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL, 4., 2024, Bandeirantes/PR. Anais [...]. Bandeirantes/PR: Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024. p. [1-3].
dc.identifier.urihttps://repositorio.uenp.edu.br/handle/123456789/835
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual do Norte do Paraná
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.departmentUENP/CLM::CCA
dc.publisher.initialsUENP
dc.subjectBioinseticida
dc.subjectDengue
dc.subjectEfeito larvicida
dc.subjectDesenvolvimento sustentável
dc.subject.cnpqCiências Agrárias
dc.subject.cnpqAgronomia
dc.titleÓleo essencial de Lavandula angustifolia sobre Aedes aegypti (Linneaus, 1762)
dc.typeTrabalho apresentado em evento
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