Programa de Pós-Graduação em Agronomia
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Agronomia por Autor "Alberton, Odair"
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- ItemBiocontrole in vitro de Fusarium solani isolado de mandioca(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2017-03-29) Azevedo, Paula Fernanda de; Lescano, Luis Eduardo Azevedo Marques; https://orcid.org/0000-0003-0874-9211; http://lattes.cnpq.br/0477576296995064; Matsumoto, Leopoldo Sussumu; https://orcid.org/0000-0001-5102-545X; http://lattes.cnpq.br/0857955043436449; Matsumoto, Leopoldo Sussumu; https://orcid.org/0000-0001-5102-545X; http://lattes.cnpq.br/0857955043436449; Oliveira Junior, Admilton Gonçalves de; https://orcid.org/0000-0003-1556-5146; http://lattes.cnpq.br/0212864823556099; Costa, Christiane Luciana da; http://lattes.cnpq.br/6077810777420475; Alberton, Odair; https://orcid.org/0000-0002-4819-6669; http://lattes.cnpq.br/5399268772894807; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206A podridão radicular da mandioca ocasiona perdas relevantes em sua produção. O difícilmanejo, aliado à indisponibilidade de fungicidas químicos registrados ao Ministério daAgricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) resultam na necessidade de alternativas decontrole. Os objetivos deste trabalho foram verificar a ação inibitória, in vitro, deTrichoderma harzianum, adubo biológico e 49 isolados bacterianos cavernícolas sobre doisisolados de Fusarium solani, assim como elucidar os principais mecanismos envolvidos nobiocontrole dos fitopatógenos. F. solani (F1 e F2) foram isolados de raízes de mandioca comsinais e sintomas de fusariose. Para os bioensaios com T. harzianum e com as bactériasprovenientes de cavernas, utilizou-se o método de cultura pareada. O adubo biológicoesterilizado foi testado nas concentrações: 2,5; 5,0; 10,0; 20,0 e 40,0% e não esterilizado (innatura), nas concentrações: 0,3125; 0,625; 1,25; 2,5; 5,0; 10,0; 20,0 e 40,0% por diluiçõesnos meios de cultura. Como testemunha, os fungos foram cultivados na ausência do produto.Estas foram incubadas a 25 oC, com fotoperíodo de 12 horas por 7 dias. Avaliou-se ocrescimento micelial por meio de medição diária do diâmetro das colônias, obtendo-se oíndice de velocidade de crescimento micelial (IVCM) em mm dia-1, bem como a porcentagemde inibição, além de taxa de esporulação e porcentagem de germinação dos esporos. Osbioensaios foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado e os resultadossubmetidos à análise de variância. As médias obtidas no bioensaio com T. harzianum foramcomparadas por teste t (p<0,05) e os resultados do pareamento com os isolados cavernícolasforam analisados pelo teste Scott-Knott (p<0,05). Para os dados do bioensaio com o adubobiológico efetuou-se a análise de regressão e teste Tukey (p<0,05). Os resultadosdemonstraram que o crescimento micelial dos isolados de F. solani em cultivo pareado comT. harzianum foi interrompido após o encontro de suas hifas pela ocorrência demicoparasitismo, porém sem interferência na taxa de esporulação. O adubo biológicoesterilizado não foi capaz de promover biocontrole, porém seu efeito não esterilizadoocasionou biocontrole satisfatório na concentração de 2,5%, com inibições deaproximadamente 64% e 85% no crescimento micelial dos fungos F1 e F2, respectivamente.Além disto, observou-se declínio na germinação dos esporos conforme aumento daconcentração do produto não esterilizado. Os compostos provenientes do metabolismo dacomunidade microbiana presente no adubo biológico foram essenciais para seu efeitoinibitório. Quanto à ação inibitória dos 49 isolados bacterianos cavernícolas, observou-sesensibilidade de F1 e F2 à 87,80% e 89,80% do isolados, respectivamente, o que demonstraimportante potencial de seus compostos antimicrobianos. Conclui-se que as alternativas decontrole propostas foram relevantes para o biocontrole, in vitro, de F. solani.