Programa de Pós-Graduação em Agronomia
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Agronomia por Autor "Ana Maria"
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- ItemFitorremediação de solos salinizados(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2016-11-30) Silva, Raquel Zanholo da; Ana Maria; Fabio Augusto; Conte, Ana Maria; http://lattes.cnpq.br/1406959857364094; Conte, Ana Maria; http://lattes.cnpq.br/1406959857364094; Manetti, Fabio Augusto; http://lattes.cnpq.br/2126891963179008; Sachs, Luís Guilherme; https://orcid.org/0000-0002-9026-483X; http://lattes.cnpq.br/8396109344405837; Lima, Claudinei Paulo de; http://lattes.cnpq.br/8352085023073169; Silva, Francisco Carlos Mainardes da; http://lattes.cnpq.br/9683269855531828O processo de remediação de solos contaminados se refere à redução dos teores decontaminantes a níveis seguros e compatíveis com a proteção à saúde humana e ambiental,podendo ser de forma física, química ou biológica, onde a fitorremediação trata da utilizaçãode plantas para tal finalidade. Com o objetivo de avaliar a qualidade química do solo apósutilização da técnica de fitorremediação, foram realizados dois experimentos em cultivoprotegido na área da Fazenda Escola Professor Eduardo Meneghel Rando, do Campus LuizMeneghel, da Universidade Estadual do Norte do Paraná, no município de Bandeirantes/PR eavaliados pelo delineamento estatístico em blocos casualizados em esquema fatorial deparcelas subdivididas, onde a parcela principal foi a época 0, 30, 45 e 60 dias após emergênciada cultura e a parcela secundária os tratamentos realizados. O primeiro experimento foiinstalado em vasos com capacidade de 12,6 L, preenchidos com solo coletado em duasprofundidades 0-20 e 20-40 cm, na USIBAN-Usina de Açúcar e Álcool Bandeirantes S/A, domunicípio de Bandeirantes/PR, e avaliado inicialmente para as características químicas derotina. O delineamento estatístico foi em blocos casualizados com 6 tratamentos e 3repetições: T1- crotalária, T2- mucuna anã, T3-milheto, T4-milho, T5-feijão de porco e T6-feijão comum. Através de análise destrutiva o solo foi avaliado de 0-20 cm e 20-40 cm, paraanálise de rotina dos parâmetros químicos do solo, inicialmente e aos 30, 45 e 60 dias após aemergência (DAE) das culturas. O segundo experimento foi instalado em vasos comcapacidade de 5 L, preenchidos com solo proveniente de uma estufa de cultivo de pimentão,no município de Bandeirantes/PR, coletados na profundidade de 0-20 cm, avaliadosinicialmente para a condutividade elétrica e para as características químicas de rotina. Odelineamento estatístico foi em blocos casualizados com 5 tratamentos e 4 repetições: T1-nabo forrageiro, T2-ervilha forrageira, T3-tremoço, T4-aveia branca e T5- sem cultivo (sóirrigação). Através de análise destrutiva o solo foi avaliado de 0-20 cm, para condutividadeelétrica e análise de rotina dos parâmetros químicos do solo, inicialmente e aos 30, 45 e 60dias após a emergência (DAE) das culturas. Os resultados foram avaliados pelos softwaresSASM-Agri,e ESTAT, no esquema de parcelas subdivididas e as médias significativascomparadas pelo teste de Tukey. Os resultados permitiram concluir que o cultivo de milhetofoi o tratamento que melhor remediou potássio até os 45 DAE em solos salinizados pelaaplicação de vinhaça em ambas as profundidades estudadas. Quanto ao experimentoconduzido em solo proveniente de ambiente protegido, a ervilha forrageira foi a espécievegetal que proporcionou maior diminuição de fósforo, e o tempo de permanência de 30 diasDAE das culturas, foi suficiente, para diminuição desse elemento. O cultivo do naboforrageiro foi o responsável pela menor condutividade elétrica e esta diminuiu ao longo dociclo experimental.