Ciências Agrárias
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Navegando Ciências Agrárias por Autor "Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli"
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- ItemAmbiente protegido: uma alternativa de cobertura com material reciclável(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2016-03-30) Fernandes, Flávia Regina Moreira; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Reis, Teresinha Esteves da Silveira; https://orcid.org/0000-0001-6379-4790; http://lattes.cnpq.br/5705088234641018; Reis; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Ralisch, Ricardo; https://orcid.org/0000-0003-4982-2112; http://lattes.cnpq.br/3620197655490764; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384O cultivo em ambiente protegido gera algumas alterações microclimáticas favoráveis ao desenvolvimento de hortaliças, o qual se tornou muito comum nos últimos anos entre agricultores familiares devido ao aumento da produtividade em pequenas áreas. Diante da grande influência de diferentes características espectrais no desenvolvimento vegetal, realizou-se esta pesquisa com o objetivo de avaliar os parâmetros físicos de cobertura em ambiente protegido com material reciclável (PET – Politereftalato de etileno) comparado à cobertura com polietileno de baixa densidade (PEBD) quanto às condições climáticas indicadas ao cultivo de hortaliças. O experimento foi conduzido no período de 27 de julho a 26 de agosto de 2015 no Campus da Universidade Estadual do Norte do Paraná, em Bandeirantes, PR. Os ambientes protegidos continham dimensão de 2x3 m, com 2,5 m de pé direito de eucalipto e caída de 20%, envoltas com malha antiafídeos e com filme plástico na saia com 60 cm de altura, cobertos com telhado de garrafa PET verde, telhado de garrafa PET transparente, cobertura com PEBD de 100µm com e sem difusor, instalados no sentido Leste/Oeste. O delineamento experimental foi em esquema fatorial 4 x 3 (quatro ambientes x três horários) + ambiente externo para coleta de dados de temperatura do ar e umidade relativa do ar máxima, média e mínina e fatorial 4 x 2 (quatro ambientes x dois horários) para dados referentes ao tempo de exposição para leitura da radiação solar, luminância e radiação fotossinteticamente ativa (PAR), em que foram estudadas as interações dos fatores pela análise de variância e as médias dos ambientes protegidos e dos horários comparados pelo teste F a 5% de probabilidade. Houve redução significativa no aporte de radiação fotossinteticamente ativa (PAR) e luminosidade em comparação ao ambiente externo, no qual o ambiente protegido A2 registrou menor incidência de PAR e luminosidade em relação aos outros tratamentos. No ambiente protegido A4 ocorreu menor tempo de exposição para leitura da radiação solar e interação entre as fontes de variação ambientes protegidos e horário de aquisição dos dados. O ambiente A2 apresentou maior número de sementes emergidas e índice de velocidade de emergência, diferindo estatisticamente dos demais tratamentos, sendo este o ambiente que proporcionou melhores parâmetros físicos para o cultivo de sementes de alface lisa.
- ItemCobertura do solo na deriva e no depósito de pulverizações sobre alvos artificiais(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2014-08-05) Medeiros, Flaviane Marcolin de; Gandolfo, Marco Antonio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Gandolfo, Marco Antonio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Ralisch, Ricardo; https://orcid.org/0000-0003-4982-2112; http://lattes.cnpq.br/3620197655490764Os fitossanitários são produtos destinados a controlar as pragas, doenças e plantas daninhas e devem ser utilizados com a tecnologia que permita sua deposição no local desejado com a mínima perda ao ambiente. Seu uso se intensificou nos últimos anos devido ao aumento da demanda na produção de alimentos, da mesma forma a utilização da cobertura morta do solo como prática de conservação do solo e água. Diante desta realidade o objetivo deste trabalho foi quantificar a deriva em túnel de vento e o depósito em simulador de pulverizações agrícolas, em alvos artificiais sobre solo com e sem cobertura vegetal morta. Foram avaliadas a deriva em túnel de vento e o depósito em simulador de pulverização com duas velocidades de vento e duas velocidades de deslocamento da barra (1 e 2 m s-1). Estas velocidades foram combinadas à dois tipos de cobertura de solo (com e sem cobertura vegetal morta), totalizando 4 tratamentos com 4 repetições. As pontas de pulverização utilizadas foram AXI 11002, com pressão de 414kPa, o marcador utilizado foi o Azul Brilhante, visando a avaliação por espectrofotometria. Os resultados mostraram que o aumento da velocidade do vento em túnel tem efeito mais pronunciado sobre a deriva em solo sem cobertura morta quando comparado com solo coberto. O aumento da velocidade da barra de pulverização afeta os depósitos sobre coletores artificiais. Os depósitos coletados são afetados pela presença de palha na superfície do solo. A disposição longitudinal ou transversal dos coletores artificiais em relação à barra de pulverização não produz diferenças nos depósitos coletados.
- ItemCobertura e deposição da aplicação em relação a direção da semeadura e estágio de desenvolvimento da soja(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2021-05-03) Cunha, Waldyr Armando Benitez; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Souto, Ana Carolina; http://lattes.cnpq.br/4909756168282078; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384Na busca de maior capacidade e facilidade operacional tem-se realizado diferentes sentidos de deslocamento no pulverizador na cultura da soja, porém sem evidências se essas decisões afetam ou não a qualidade da aplicação. Este estudo objetivou avaliar o efeito na qualidade da aplicação de diferentes sentidos de deslocamento do pulverizador em relação às linhas de semeadura da cultura da soja em diferentes estágios fenológicos. Os ensaios foram conduzidos por meio de pesquisa de campo e laboratório. Assim que as plantas de soja atingiram os estágios de desenvolvimento desejado de V4/V6, R1/R2, R1/R3, R3/R4, R4/R5 e R6/R7 (campo), e V3/V4 e R3/R4 (laboratório), foram realizadas as aplicações. Para aplicação em laboratório foi utilizado pulverizador costal pressurizado por CO2, equipado com 6 pontas de pulverização espaçadas em 0,5 m entre si e a uma altura de 0,5 acima da superfície mais altas das plantas, e realizadas nos sentidos de 0º, 45º e 90º. Para aplicação em campo foi utilizado um trator da marca Agrale 4100®, equipado com uma barra de pulverização de 7 metros, espaçadas em 0,5 m entre si e a uma altura de 0,5 m acima das plantas, realizada nos sentidos de 0º e 90º. Para ambas as aplicações foi preparada uma calda contendo água + marcador azul brilhante na concentração de 6 g L-1 e o adjuvante Disperse Ultra (0,04%, v/v). A qualidade da aplicação foi avaliada por meio do depósito do marcador (volume/área) analisado por espectrofotometria e cobertura (%) avaliados na parte superior e inferior das plantas de soja. Foi realizada a relação entre o terço superior e inferior para cobertura e depósito em função do sentido de aplicação. Os resultados indicaram que a relação de cobertura e depósito apresentam uma maior variabilidade assim que o estágio de desenvolvimento e índice de área foliar vão aumentando. O sentido de aplicação 45º apresentou uma maior homogeneidade de aplicação. Conclui-se que os sentidos de pulverizações não influenciaram no depósito e cobertura dos estágios vegetativos, no entanto à medida em que se aumentou o estágio de desenvolvimento, valores mais elevados e com maior dispersão foram encontrados para estágios reprodutivos.
- ItemEspalhamento e tempo de evaporação de gotas pulverizadas em folhas de tomateiro sob condições controladas de temperatura e umidade relativa do ar(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2015-11-26) Campli, Carolina Marques de; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206; Bueno, João Tavares; https://orcid.org/0000-0003-0716-1141; http://lattes.cnpq.br/2889380559858950; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384A condição ambiental no momento da aplicação de produtos fitossanitários na superfície foliar pode ser um fator determinante nos processos físicos de evaporação e espalhamento de gotas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da temperatura e da umidade relativa do ar no espalhamento e no tempo de evaporação de gotas após a sua deposição em folhas de tomateiro com diferentes produtos fitossanitários em caldas preparadas com e sem adjuvantes. Gotas calibradas com 1000 µm de diâmetro foram depositadas na superfície adaxial de folhas de tomates e foram monitoradas até a sua evaporação em duas condições de ambiente (31 °C e 35 UR e 25 °C e 75 UR). O tempo de evaporação foi determinado através do intervalo entre a deposição da gota e sua extinção. Os produtos utilizados para a elaboração das caldas foram: CabrioTop®(2 g L-1), Kumulus®DF (2 g L-1), Nomolt®150 (0,250 ml L-1), Pirate®(0,250 ml L-1), Nimbus®(5,0 ml L-1), Li700®(1,5 ml L-1), CalSuper®(25 ml L-1), BoroSuper®(3,5 ml L 1) e FoliFósforo®(7,5 ml L-1). Os produtos CabrioTop®, Kumulus®DF, Nomolt®150 e Pirate®foram testados isoladamente (com água destilada) e em uma mistura específica (CabrioTop®, Kumulus®DF, Nomolt®150, Pirate®, CalSuper®, BoroSuper®e FoliFósforo®), frequentemente utilizada pelos produtores e tomate em estufa da região de Bandeirantes-PR. Para avaliar o espalhamento e a evaporação de gotas em superfície foi criado um sistema capaz de simular diferentes condições ambientais. O sistema consiste de uma unidade de controle da temperatura e umidade relativa, um gerador de gotas que gera gotas de tamanho semelhante as utilizadas em pulverizações agrícolas a campo (200 - 1000 µm) e um estereoscópio equipado com uma câmera de alta definição para captura de imagens sequenciais. Em caldas sem adjuvante, o espalhamento de gotas aumenta na temperatura de 31°C e 35% UR e o tempo de evaporação diminui. No geral, a combinação de produtos e condições ambientais influenciam o espalhamento de gotas. A mistura testada proporcionou melhora significativa na área de molhamento de gotas em relação a maioria dos produtos testados. Em caldas contendo adjuvantes, o tempo de evaporação de gotas foi reduzido em alta temperatura e baixa umidade relativa do ar para a maioria das caldas. A ação dos adjuvantes no espalhamento e no tempo de evaporação de gotas depende do produto ao qual ele é adicionado.
- ItemPontas de pulverização e taxas de aplicação de herbicida em pré-emergência para controle de Ipomoea grandifolia(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-06-18) Mertens, Tatiane Beatriz; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Antuniassi, Ulisses Rocha; http://lattes.cnpq.br/9754851029548502; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760O objetivo do presente trabalho foi avaliar diferentes pontas de pulverização e taxas deaplicação de herbicida em pré-emergência para controle de Ipomoea grandifolia. Odelineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro repetições, noesquema fatorial (5 x 3) + 1, totalizando 15 tratamentos e uma testemunha. Os fatores foramconstituídos de 5 taxas de aplicação (50, 75, 100, 150 e 200 L ha-1), 3 pontas de pulverização(TT 11001, AVI 11001 e TVI 80050), além da testemunha que não recebeu aplicação. Acalda de pulverização foi preparada em 5 recipientes, sendo composta por água, herbicidaFront® (diuron + hexazinone + sulfometuron-methyl) e marcador Amarelo FD&C-5.Primeiramente pesou-se em uma balança semi-analítica digital o marcador Amarelo na dosede 6 g L-1, após, o herbicida Front® na dose de 2,0 kg ha-1, seguindo a recomendaçãocomercial de acordo com a textura do solo. Em cada recipiente foram pesados 10 litros deágua e em um balde plástico foram pesados mais 5 litros de água com uma balança digitaleletrônica, a água do balde plástico foi utilizada para diluir o marcador Amarelo e após oherbicida Front®. Após finalizar o preparo da calda de pulverização, a calda foi mantida emagitação constante através do retorno da bomba ao reservatório visando manter ahomogeneização da calda. A pulverização foi realizada 60 minutos após a semeadura de I.grandifolia, por um simulador de pulverização de 15 m de comprimento, com sistemahidráulico composto por um controlador de pressão manual e bomba hidráulica de trêspistões, movido por um motor elétrico de 1,5 kW, equipado com uma barra de pulverizaçãode três metros e três pontas de pulverização, espaçadas em 0,5 m entre si e a uma altura de 0,5m da parte superior dos vasos. Após a pulverização, foi realizada a avaliação de porcentagemde cobertura, avaliando-se todas as repetições em cada tratamento. Foram realizadasavaliações de controle e contagem de plantas aos 15, 30, 45 e 60 dias após a aplicação (DAA).Para a avaliação de controle foi adotada a escala de notas de 0 a 100%, em que 0 representa aausência de controle e 100 a morte de todas as plantas. A avaliação de contagem de plantasfoi realizada à partir da contagem do número de plantas presentes em cada vaso. Com osresultados obtidos neste trabalho, evidencia-se a possibilidade da redução da taxa de aplicaçãono controle de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar em casa-de-vegetação, noentanto, a realização de outros ensaios à campo podem comprovar esta possibilidade. Asmaiores taxas de aplicação promoveram os maiores níveis de cobertura. A redução da taxa deaplicação com o herbicida Front® não gerou perda de eficiência no controle de I. grandifoliaaté os 60 DAA em casa-de-vegetação. A ponta de pulverização TVI 80050 apresentou amenor porcentagem de cobertura. Não verificou-se diferença significativa entre as pontas depulverização para o controle e número de plantas de I. grandifolia.
- ItemTécnicas de aplicação de produtos fitossanitários no tomateiro em ambiente protegido(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-02-28) Dario, Gustavo; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760O controle químico de pragas e doenças é um dos principais desafios da horticultura emambiente protegido. Devido a problemas relacionados aos equipamentos de aplicação utilizadospela maioria dos agricultores e a falta de parâmetros para auxiliar na escolha da técnica deaplicação adequada às condições específicas de cultivo. Portanto, o objetivo desta pesquisa foiavaliar a qualidade da aplicação e as perdas de produtos fitossanitários na cultura do tomateiroem ambiente protegido com diferentes técnicas de aplicação. As técnicas de aplicação avaliadasforam: Técnica 1 – Bastão com duas pontas de jato cone vazio, modelo JA-2 (700 kPa), taxa deaplicação de 618 L ha-1; Técnica 2 - Barra na vertical com 6 pontas de jato cone vazio, modeloATR 0.5 (700 kPa), taxa de aplicação de 493 L ha-1; Técnica 3: Barra na vertical com 6 pontasde jato plano simples, modelo AXI 11002 (400 kPa), taxa de aplicação de 1442 L ha-1. Foramavaliados os indicadores de qualidade da aplicação, depósito (quantitativo) e a cobertura(qualitativa) das folhas do tomateiro, em três estratos transversais no do dossel cultura (superior,médio e inferior) e dois estratos longitudinais (parte externa e interna do dossel). Nesta pesquisasugere-se o desenvolvimento do índice de qualidade da aplicação, que considera a deposição, acobertura, a taxa de aplicação e o Índice de Área foliar da cultura. Quanto maior este índice,maior evidência de eficiência na quantidade depositada e uniformidade de distribuição das gotasno alvo. Foi avaliado também a perda da pulverização para o solo e o volume de caldatranspassado para linha adjacente à linha pulverizada. Os resultados demonstram que a técnicade aplicação com Bastão (618 L ha-1) proporciona maior depósito relativo em comparação aBarra-AXI 11002 (1442 L ha-1). O depósito relativo na parte interna é menor nos estratos queapresentam maior espessura do dossel e maior Índice de Área Foliar. A técnica de aplicaçãoBarra-ATR 0.5 (493 L ha-1) proporciona menor cobertura da superfície adaxial das folhasinternas do dossel em comparação as demais técnicas. Em geral, a cobertura é maior nasuperfície adaxial das folhas e na parte externa do dossel e sem diferença entre os estratossuperior, médio e inferior. A perda relativa para o solo da casa de vegetação, na linha eentrelinha, é influenciada pela técnica de aplicação. A técnica do Bastão (618 L ha-1) e da Barra-AXI 11002 (1442 L ha-1) proporcionam maiores volumes transpassados para as linhasadjacentes à linha de aplicação em comparação a Barra-ATR 0.5 (493 L ha-1). Na parte externadas plantas e no estrato superior, a técnica com Bastão (618 L ha-1) proporciona melhor Índicede Qualidade de Aplicação em comparação as demais técnicas. Na parte interna do dossel, oÍndice de Qualidade da Aplicação é semelhante para todas as técnicas de aplicação.
- ItemTest bench para coleta de deriva em condições de clima subtropical(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-02-22) Precipito, Laís Maria Bonadio; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384Um método alternativo ao método da ISO 22866, para medir deriva em campo foidesenvolvido pela Universidade de Turin (Department of Agricultural, Foresty andEnvironmental Economics and Engineering (DEIAFA)) denominado de test bench ouensaio da bancada. Essa metodologia, se apresenta mais rápida e simples de reproduziros ensaios para avaliação da deriva em campo e pode ser feita em condições instáveis devento, quando comparada a ISO 22866. Objetivou-se com esta pesquisa quantificar aderiva coletada por meio da metodologia de test bench em condição de clima subtropical,com três pontas de pulverização em duas pressões de trabalho e duas alturas da barra depulverização. O trabalho foi feito em delineamento inteiramente casualizado com 12tratamentos, resultados da combinação de 3 pontas de pulverização, 2 pressões e 2 alturasde barra com quatro repetições, totalizando 48 ensaios. As pontas utilizadas foram a XR11002 (100 e 400 kPa), AIXR 11002 (100 e 600 kPa) e ATR 2.0 cônico vazio (400 e2000 kPa), com duas alturas de barra: 0,50 m e 1,00 m acima da bancada de ensaios.Durante os ensaios, as condições agrometeorológicas tais como velocidade e direção dovento, temperatura e a umidade relativa do ar foram registadas continuamente a cadasegundo a uma altura de 2,0 m do solo. O test bench mostra-se como uma metodologiaque possibilita avaliar a deriva em nível de campo nas condições de país subtropical,evidenciando que as alterações nas condições agrometerológicas, pontas e pressão sãodecisivas na deriva de pulverizadores de barra. A umidade relativa do ar e a pressão detrabalho foram os fatores mais determinantes na deriva proporcionada pelas pontas depulverização ATR 2.0, XR11002 e AIXR11002. A mudança da altura da barra de 0,5 para1,0 m não influencia na quantidade de deriva coletada.
- ItemVelocidade do pulverizador na variabilidade espacial dos movimentos da barra de aplicação e deposição de calda(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2015) Gimenes, Gustavo Rodrigues; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Reis, Teresinha Esteves da Silveira; https://orcid.org/0000-0001-6379-4790; http://lattes.cnpq.br/5705088234641018Parâmetros operacionais, como a velocidade de deslocamento do conjunto trator/pulverizador e características físicas da área, como irregularidades do relevo podem influenciar na oscilação da barra do pulverizador e na deposição da calda, afetando a qualidade da aplicação. Nesse estudo, foi avaliado a variabilidade espacial do relevo, dos movimentos verticais da barra de um pulverizador operando em duas velocidades de deslocamento e o efeito na variabilidade espacial da deposição da calda. A altitude para construção do modelo numérico do terreno (MNT) foi obtida por estação total e a movimentação da barra foi avaliada através de videografia digital. Para a determinação da deposição da calda foi adicionado o marcador azul brilhante FDC-1 (0,6%, m v-1) no tanque de pulverização e a sua absorbância detectada por espectrofotometria. Técnicas de estatística descritiva, análise espacial (geoestatística) e geoprocessamento foram aplicadas para a análise dos dados. Os resultados indicam a existência de dependência espacial na deposição da calda nas duas velocidades (1,725 m s-1 e 2,736 m s-1) e aumento de deposição de calda na maior velocidade, tendo a altitude não influenciado na deposição em ambas as velocidades