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Navegando Ciências da Saúde por Autor "https://orcid.org/0000-0001-8470-9479"
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- ItemRelação entre a força muscular e os parâmetros da impedância bioelétrica total e localizada em adultos(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024-12-05) Vaz, Brenda Carla de Sene; Ezequiel, Moreira Gonçalves; https://orcid.org/0000-0001-8470-9479; http://lattes.cnpq.br/3712055715302474Introdução: A análise de impedância bioelétrica (BIA) tem sido associada a variáveis de saúde importantes, para além da composição corporal, como o desempenho muscular. A BIA realizada de forma localizada em grupos musculares especificos (L-BIA) pode fornecer informações sobre a fisiologia e a integridade dos músculos analisados e auxiliar na compreensão da sua relação com força muscular, o que poderia facilitar a avaliação e monitoramento do desempenho de indivíduos em programas de treinamento resistido de forma prática, rápida e não invasiva. Objetivo: Verificar a relação entre a força muscular determinada pelo dinamômetro isocinético e os parâmetros da BIA e L-BIA em adultos jovens de ambos os sexos. Métodos: Trata-se de um estudo transversal. No total, 66 universitários (18 a 30 anos) foram incluídos no estudo (41 mulheres). Foram determinados massa gorda (MG em Kg) e relativa (%MG) e tecido mole magro (TMM em Kg) pela absorciometria por dupla emissão de raio-x (DXA), resistência (R), reactância (Xc) e ângulo de fase (AngF) total e localizada nos músculos do quadríceps (coxa) utilizando um equipamento de BIA tetrapolar unifrequência de 50 khz e o Pico de torque (PT) e pico de torque médio (PTM) isométrico e isocinético de extensão do joelho utilizando o dinamômetro isocinético. Resultados: O TMM foi a variável que melhor explicou a variância do PT e PTM isométrico e isocinético em ambos os sexos (R²ajust: ≥0,60; p<0,001). No sexo masculino, as variáveis R-total, Xc-total e Xc-coxa apresentaram maiores relações com os indicadares de força muscular (R²ajust: 0,25 a 0,45; p<0,05). No grupo feminino, a R-total e R-coxa foram os parâmetros da BIA que apresentaram maiores relações com os indicadares de força muscular (R²ajust: 0,25 a 0,46; p<0,05). Sendo, a R-coxa, o único parâmetro que explicou de forma significativa (β: -0,292; p=0,029) e independente do TMM um indicador de força muscular (PTM isométrico), todos os outros parâmetros da BIA total ou da coxa não demonstraram relações significativas de forma independente, quando ajustados pelo TMM. Na comparação entre os tercis do TMM, em ambos os sexos, foi observado que a quantidade de TMM influenciou na força muscular e nos parâmetros da BIA total e da coxa (p<0,05). Conclusão: Em nossa amostra, observamos relações significativas entre as variáveis da BIA total e localizada e as variáveis de força muscular em ambos os sexos, essas relações foram mais importantes considerando as variáveis R-total, Xc-total e Xc-coxa, no grupo masculino e R-coxa no grupo feminino. No entanto, com exceção da R-coxa no grupo feminino, que foi um preditor independente do PTM isométrico, todas as relações foram dependentes do TMM.
- ItemRelação entre os parâmetros da impedância bioelétrica localizada e indicadores de desempenho em mulheres jovens(Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2023-04-28) Bueno, Aryanne Hydeko Fukuoka; Gonçalves, Ezequiel Moreira; https://orcid.org/0000-0001-8470-9479; http://lattes.cnpq.br/3712055715302474A análise de impedância bioelétrica (BIA) é um método simples, rápido e seguro para estimar a composição corporal. Mais recentemente, a BIA tem sido utilizada de forma localizada (LBIA) para avaliar grupos musculares específicos, em lesões e doenças e no desempenho durante o exercício principalmente de membros superiores. Entretanto, pouco se sabe sobre a possível relação da L-BIA no desempenho de força e potência muscular de membros inferiores, principalmente no sexo feminino. Objetivo: Verificar a relação entre os parâmetros da L-BIA e indicadores de desempenho em jovens do sexo feminino. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, com 30 jovens do sexo feminino de 18 a 30 anos. As avaliações dos parâmetros da L-BIA, resistência (L-R), reatância (L-Xc), ângulo de fase (L-AngF) foram no quadríceps pré e pós os testes de força (exercício de séries múltiplas de joelho no dinamômetro isocinético) e potência muscular (protocolo de wingate) e também foram calculadas as alterações pré e pós testes (Δ). O tecido mole magro (TMM) e o percentual de massa gorda (%MG) total e da perna direita, foram determinas pela absorciometria por dupla emissão de raios x (DXA). As comparações foram realizadas pela Análise de Variância para medidas repetidas e teste t de Student pareado e a relação entre as variáveis pela análise de regressão linear. Resultados: Houve diferenças significativas na L-R (p=0,001; p=0,002), L-Xc (p=0,043; p=0,001) e circunferência de coxa (p<0,001; p=0,002) pré e pós séries múltiplas e wingate, respectivamente. O ∆L-AngF (Ω) apresentou correlação significava na 1° (p<0,001), 2° (p=0,002) e 3° série (p=0,004), explicando 39%, 28% e 24% da variação do pico de torque da 1°, 2° e 3° série, respectivamente, permanecendo significativo na 1° série do pico de torque e média do pico de torque independente do TMM total e da coxa (p<0,05). A L-R pré e pós wingate apresentou correlação significativa negativa com os watts médio (p=0,022; p=0,014), explicando 14% e 17% da variação. O L-AngF pós wingate apresentou correlação significativa com os watts máximo/kg (p=0,020), explicando 15% da variação, enquanto o TMM total e da coxa explicaram 62% e 44% da variação dos watts médio, respectivamente. O TMM total e da coxa foram significativos de forma independente (p<0,001; p=0,002) e nos watts médio, a L-R pré e pós foram significativos quando ajustados pelo TMM total e da coxa (p<0,001). Conclusão: Nessa amostra de jovens do sexo feminino o ∆L-AngF demonstrou relação significativa e independente com o desempenho de força. Na potência muscular, o TMM total e da coxa foram os melhores preditores. Mais estudos, com diferentes intensidades e volumes são necessários para determinar a capacidade da L-BIA em monitorar o desempenho no sexo feminino.