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Navegando por Autor "Osipe, Jethro Barros"

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    Armazenamento de misturas de herbicidas nas características físico-químicas e no controle de plantas daninhas
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-11-22) Ferreira, Luiz Augusto Inojosa; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    Com esta pesquisa, objetivou-se avaliar o efeito do tempo de armazenamento de duas misturasde herbicidas pós emergentes nas características físicas e químicas das caldas de pulverizaçãoe na eficiência de controle de plantas daninhas. Em três ambientes, foram realizadosexperimentos utilizando plantas daninhas e plantas de soja sensíveis aos herbicidas. O primeiroexperimento foi realizado com as espécies Amaranthus retroflexus, Commelina benghalensis eSorghum halepense, utilizando a mistura de glyphosate + 2,4-D + óleo vegetal, o segundo, comChloris polydactyla utilizando a mistura de glyphosate + clethodim + óleo mineral e o terceirocom Glycine max (L.) com a mistura de glyphosate + 2,4-D + óleo vegetal, todas submetidas acinco períodos de armazenamento (no momento do preparo, 1, 2, 4 e 8 dias após o preparo). Ascaldas foram preparadas em galões plásticos (50 L) selados, armazenados no laboratório emtemperatura ambiente e agitados manualmente uma vez ao dia. Nos experimentos 1 e 2 asavaliações visuais de controle foram realizadas aos 7, 14, 28, e 42 dias após a aplicação (DAA)e no experimento 3 aos 3, 7, 10 e 21 DAA, devido a sensibilidade da espécie, todas as avaliaçõesrealizadas por dois avaliadores, sem o conhecimento prévio de cada tratamento. Para as duasmisturas foi determinado avaliações de tensão superficial, densidade e pH. Para o experimento1, aos 42 DAA, as notas médias de controle em todos os tratamentos não apresentaramdiferenças significativas, atingindo valores satisfatórios (> 80%) para as espécies A. retroflexuse S. halepense. No experimento 2, aos 42 DAA não houve efeito do armazenamento das caldasno controle de C. polydactyla, que permaneceu abaixo de 80% para todos os tratamentos. Aos21 DAA, no experimento 3, todos os tratamentos apresentaram controle próximo a 100% paraas plantas de soja. As variações no controle das espécies estão relacionadas com o tempo deavaliação após aplicação das caldas. Não houve alteração das características físicas e químicas(tensão superficial, densidade e pH) para as duas misturas, independente do período dearmazenamento. Com esses resultados, conclui-se que o armazenamento das caldas deglyphosate + 2,4-D e glyphosate + clethodim por até 8 dias, pode ser uma estratégia quando ascondições agrometeorológicas para aplicação não são adequadas.
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    Características agronômicas e produtividade de milho em diferentes espaçamentos e distribuições espaciais
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-01-24) Aquino, Ligiane de Oliveira; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Nair Mieko Takaki; http://lattes.cnpq.br/4790986619781575; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Alves, Karina Aline; https://orcid.org/0000-0002-8916-0224; http://lattes.cnpq.br/6915234182529881
    A distribuição espacial de plantas na cultura do milho é uma forma de manejo que visaaprimorar o uso da área de cultivo, possibilitando otimização na utilização dos recursos domeio e consequentemente, maximização do rendimento de grãos. Alterações no sistema deplantio como redução do espaçamento entrelinhas e sistema em fileiras duplas são formas demanipular a distribuição espacial de plantas. Nesse sentido, o objetivo do presente trabalho foiavaliar o desenvolvimento da cultura do milho em relação às características agronômicas eprodutividade em diferentes distribuições espaciais de plantas. O experimento foi conduzidona área da Fazenda da Universidade Estadual do Norte do Paraná – Campus Luiz Meneghel, Bandeirantes, Paraná, na safra de verão do ano agrícola 2017/2018. O delineamentoexperimental foi de blocos casualizados com5 tratamentos e 4 repetições, sendo ostratamentos constituídos por espaçamento entre fileiras simples reduzido de 0,45 m,espaçamentos entre fileiras simples convencionais de 0,70 e 0,90 m e espaçamentos entrefileiras duplas equivalentes de 1,00 x 0,40 m e 1,40 x 0,40 m. Foram avaliadasas populaçõesde plantas pelos estandes inicial e final; as características morfológicas pelas variáveis altura,altura de inserção de primeira espiga, relação entre altura da espiga e altura da planta,diâmetro do colmo, número de folhas, área foliar, índice de área foliar e acamamento; e ascaracterísticas da espiga e componentes produtivos pelas variáveis comprimento e diâmetroda espiga, diâmetro do sabugo, número de fileiras de grãos, massa de mil grãos, massa degrãos por espiga, número de grãos por espiga, índice de espigas, número de espigas porhectare e produtividade. As variáveis analisadas referentes às características morfológicas nãoforam influenciadas pela distribuição espacial de plantas. Para as características de espiga ecomponentes produtivos, as variáveis comprimento e diâmetro da espiga, diâmetro do sabugo,número de fileiras de grãos, massa de mil grãos, massa de grãos por espiga e número de grãospor espiga também não foram influenciadas pela distribuição espacial de plantas. Para índicede espigas, número de espigas por hectare e produtividade, a distribuição espacial em fileirasimples de 0,70 m e sua equivalente em fileira dupla (1,00 x 0,40 m) foram semelhantes. Adistribuição espacial de plantas em fileiras simples de 0,70 m apresentou maiores incrementosna produtividade de grãos em relação à fileira dupla de 1,40 x 0,40 devido aos maiores índicesde espigas e número de espigas por hectare.
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    Comportamento de cultivares de grão-de-bico (Cicer arietinum L.) em diferentes espaçamentos de semeadura na região norte do Paraná
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2021-06-09) Alves, Guilherme Henrique Teixeira; Kolln, Oriel Tiago; https://orcid.org/0000-0002-8507-9808; http://lattes.cnpq.br/8041626078120100; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288
    O grão-de-bico é uma cultura de estação fria, com bom desenvolvimento em regiões de baixa à media precipitação pluvial e em região tropical, pode ser uma alternativa para o cultivo de inverno. O objetivo deste estudo foi avaliar a resposta de cultivares de grão-de-bico em diferentes espaçamentos de semeadura na região norte do Paraná. O ensaio foi conduzido na Estação Dashen Consultoria e Pesquisa Agronômica, no município de Bandeirantes-PR, e no período de março a setembro de 2020. Foram utilizados seis cultivares de grão-de-bico (BRS Toro, BRS Cícero, BRS Aleppo, BRS Cristalino, BRS Kalifa e CP 1605) em três espaçamentos (0,4m, 0,5m e 0,6m). O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, no esquema fatorial 6x3, com 18 tratamentos e 4 repetições, totalizando 72 parcelas. As variáveis avaliadas foram: altura de plantas e diâmetro do caule aos 40, 80 dias após a emergência e na colheita; estande aos 7 dias após a emergência e na colheita; altura de inserção da primeira vagem; número de vagens por planta; comprimento de vagem; número de grãos por vagem e massa de 1000 grãos; índice de colheita; biomassa; análise de macro e micronutrientes; análise bromatológica (Proteínas e Fibra em Detergente Neutro) e produtividade. Os cultivares CP 1605, Cícero, BRS Toro e BRS Aleppo apresentaram precocidades quanto ao seu ciclo. No crescimento das plantas de grão-de-bico, não houve inteiração cultivar e espaçamento para as variáveis altura de plantas, diâmetro do caule e biomassa. Os diferentes espaçamentos não influenciaram os componentes de produção. O cultivar BRS Aleppo no espaçamento de 40 cm entre linhas alcançou uma produtividade de 1055 kg ha-1, acima da produtividade média mundial. O Cultivar BRS Aleppo apresentou os maiores níveis de proteína bruta nos grãos. Dentre os grupos, o grupo Kabuli apresentou maior nível de proteína bruta quando comparado ao do grupo Desi. Os macronutrientes e micronutrientes mais acumulados nos grãos foram o N, K, P, Mn e Zn
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    Controle da Trapoeraba após a colheita do milho
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) Osipi, Carlos Botelho Pereira; Silva, Ewerton Miguel dos Santos; Osipe, Jethro Barros; Filho, Marcos Antonio Ferreira Caires; Pinto, Rayssa de Paula; Dario, Gustavo
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    Controle de Conyza sp. durante o período da entressafra
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) Osipi, Carlos Botelho Pereira; Silva, Ewerton Miguel dos Santos; Osipe, Jethro Barros; Filho, Marcos Antonio Ferreira Caires; Pinto, Rayssa de Paula; Dario, Gustavo
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    Deriva em função de misturas de herbicidas e de pontas de pulverização
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2017-03-29) Feliciano, Arcanjo Miguel Fama; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Ferreira, Marcelo da Costa; https://orcid.org/0000-0002-0159-7422; http://lattes.cnpq.br/3661533094675596; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    O uso da mistura de herbicidas em tanque do pulverizador é uma prática comum dosagricultores para aumentar o espectro de ação, de controle e favorecer o manejo das plantasdaninhas resistentes. No entanto, ainda carece de pesquisa quanto ao potencial risco de derivadesta prática. O objetivo desse trabalho foi avaliar a deriva da pulverização em função damistura de herbicidas e de pontas de pulverização. A deriva foi medida em túnel de vento,coletada nas distâncias de 5, 10 e 15 m em relação à ponta de pulverização e 0,3; 0,5; 0,7; 0,9;1,1 m de altura em relação ao piso dentro do túnel de vento. As misturas utilizadas foram:glyphosate+2,4-D; glyphosate+2,4-D+saflufenacil+adjuvante; glyphosate+chlorimuron eglyphosate+carfentrazona aplicadas com as pontas de pulverização de jato plano com pré-orifício, modelo ADI 11002 (227 kPa) e jato plano com indução de ar, modelo AVI 110015(310 kPa). Os resultados indicam que a deriva é dependente do tipo de mistura de herbicida edo tipo de ponta de pulverização. A mistura de glyphosate+chlorimuron proporciona maiorderiva para as distâncias horizontais de 10 e 15 m de coleta quando aplicada com a ponta AVI110015 (310 kPa). A mistura de glyphosate+carfentrazona proporciona menor deriva quandoaplicada com a ponta AVI 110015 (310 kPa) e ADI 11002 (227 kPa) para todas as distânciashorizontais de coleta. Concluiu-se que a deriva é influenciada pela interação do tipo demistura de herbicidas e da ponta de pulverização selecionada para a aplicação.
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    Doses e taxas de aplicação de clethodim e quizalofope-p-metílico para o controle de milho
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-02-19) Batista, Bruno Gonçalves; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Abi-Saab, Otávio Jorge Grigoli; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384
    O controle de plantas daninhas na cultura da soja tem apresentadodificuldades. Quando a semeadura ocorre em sequência à cultura do milho RR® safrinha,este passa a ser considerado uma planta daninha de difícil controle. Com isso, deve saberqual a melhor época de aplicação e doses de herbicidas afim de atingir um controlesatisfatório. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência de três doses de doisherbicidas em diferentes concentrações no controle do milho. Foram instalados doisexperimentos, com doze tratamentos cada um e quatro repetições no delineamento blocosao acaso,sendo duas taxas de aplicação (100 e 200 L ha-1), dois herbicidas pós emergentesaplicados em três doses (Clethodim, 84, 120 e 156 g.i.a. ha-1) correspondentes às dosescomerciais do produto Select (0,35, 0,5, 0,65 L p.c. ha-1) e (Quizalofope-P Metílico, 85,100 e 115 g.i.a. ha-1) correspondentes às doses comerciais do produto Targa (1,7, 2,0, 2,3L p.c. ha-1) e duas pontas de pulverização, gota fina (AXI 11002) e gota média AXI(11003). O controle do milho voluntário nos estádios V4-V5 não foi influenciado pelataxa de aplicação, dose, tamanho de gota e concentração dos herbicidas, indicando apossibilidade do uso de menores volumes de água e dose de Clethodim e Quizalofope-P-Metílico nas pulverizações. O herbicida Quizalofope-P-Metílico mostrou controlesuperior independente da taxa de aplicação, dose, tamanho de gota e concentração dacalda em relação ao Clethodim nos estádios V8-V9.
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    Efeito da mistura triclopir com inibidores de ACCase, no controle de Digitaria insularis
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) Silva, Ewerton Miguel dos Santos; Osipi, Carlos Botelho Pereira; Osipe, Jethro Barros; Souza, Victor Hugo Martins de; Pinto, Rayssa de Paula; Dario, Gustavo
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    Herbicidas auxínicos isolados e associados à inibidores de Protox na eliminação de soqueiras de algodão
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) Silva, Ewerton Miguel dos Santos; Osipi, Carlos Botelho Pereira; Osipe, Jethro Barros; Filho, Marcos Antonio Ferreira; Pinto, Rayssa de Paula; Dario, Gustavo
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    Potencial de deriva e injúria de herbicidas pulverizados em túnel de vento
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-02-16) Oliveira, Guilherme Mendes Pio de; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Silva, Marcelo Augusto de Aguiar e; http://lattes.cnpq.br/4185363763679165
    A possibilidade das aplicações de auxinas sintéticas nas culturas aumenta o risco deinjúria em plantas sensíveis. O objetivo do trabalho foi quantificar a deriva deherbicidas pulverizados em túnel de vento e a injúria em plantas de algodão. Odelineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com cinco tratamentose quatro repetições. As caldas testadas foram: dicamba (0,250 L p. c. ha-1); glyphosate(0,625 L p. c. ha-1); 2,4-D (0,250 L p. c. ha-1); glyphosate + 2,4-D (0,625 L p. c. ha-1 +0,250 L p. c. ha-1) e glyphosate + dicamba (0,625 L p. c. ha-1 + 0,250 L p. c. ha-1),aplicadas com a ponta de pulverização de jato plano com pré-orifício, modelo ADI11002, com pressão de 414 kPa. A deriva foi quantificada em túnel de vento, coletadanas distâncias de 5, 10 e 15 m em relação à ponta de pulverização. Foram colocadasplantas de algodão no mesmo túnel de vento e posteriormente, avaliadas visualmente ainjúria aos 3, 7 e 15 dias após a aplicação (DAA). Os resultados indicam que a derivacoletada e a injúria em plantas de algodão são inversamente proporcionais à distância dabarra de pulverização. A deriva coletada tem correlação positiva com a injúria em túnelde vento. A adição do glyphosate ao herbicida dicamba potencializa a deriva coletada.Nas distâncias horizontais de 10 e 15 metros, as caldas de dicamba e 2,4-D isoladasapresentaram o menor potencial de deriva coletada entre todas as caldas avaliadas. Oherbicida dicamba apresentou menor injúria quando comparado às caldas em mistura e ade 2,4-D isolado aos 15 DAA. A adição de glyphosate às caldas de 2,4-D e dicambaisolados, potencializa a injúria nas plantas de algodão nas distâncias horizontais de 5 e15 metros.
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    Sistemas de manejo na sucessão soja-milho para o controle de Digitaria insularis
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-07-16) Salles Junior, Altamir José; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288
    O capim-amargoso (Digitaria insularis) é uma planta daninha de difícil controle, além de serresistente ao herbicida glyphosate, fato que eleva cada vez mais o custo com agroquímicos.Dessa forma, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar sistemas de manejo nasucessão soja-milho para o controle da Digitaria insularis. O experimento foi conduzido emuma área da Estação Dashen Consultoria e Pesquisa Agronômica, no município deBandeirantes – PR, entre 09/12/16 e 02/09/17. O delineamento experimental foi em blocos aoacaso, arranjados em um esquema fatorial (2x4) com quatro repetições. O primeiro fator serefere à presença e ausência de herbicida pré-emergente para o cultivo de soja; o segundofator se refere à sistemas propostos para a safrinha: pousio; milho no espaçamento de 0,45 m;milho no espaçamento de 0,90 m; e milho a 0,90m consorciado com braquiária. Os dadosforam submetidos ao teste de Tukey a 5% de probabilidade. O herbicida pré-emergentereduziu significativamente a população do capim-amargoso nas avaliações ao 20 DAS e napré-colheita da soja e o sistema de pousio apresentou maior infestação deste, independente dotratamento. Os tratamentos com aplicação de pré-emergente reduziu significativamente aquantidade de massa seca de capim-amargoso. Os tratamentos com herbicida pré-emergenteminimizaram a população de capim-amargoso. Os sistemas de manejo com desempenhosuperior foi no milho (0,45 m) e milho consorciado com braquiária (0,90 m), quandoassociados ao pré-emergente.
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    Técnicas de aplicação de produtos fitossanitários no tomateiro em ambiente protegido
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-02-28) Dario, Gustavo; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    O controle químico de pragas e doenças é um dos principais desafios da horticultura emambiente protegido. Devido a problemas relacionados aos equipamentos de aplicação utilizadospela maioria dos agricultores e a falta de parâmetros para auxiliar na escolha da técnica deaplicação adequada às condições específicas de cultivo. Portanto, o objetivo desta pesquisa foiavaliar a qualidade da aplicação e as perdas de produtos fitossanitários na cultura do tomateiroem ambiente protegido com diferentes técnicas de aplicação. As técnicas de aplicação avaliadasforam: Técnica 1 – Bastão com duas pontas de jato cone vazio, modelo JA-2 (700 kPa), taxa deaplicação de 618 L ha-1; Técnica 2 - Barra na vertical com 6 pontas de jato cone vazio, modeloATR 0.5 (700 kPa), taxa de aplicação de 493 L ha-1; Técnica 3: Barra na vertical com 6 pontasde jato plano simples, modelo AXI 11002 (400 kPa), taxa de aplicação de 1442 L ha-1. Foramavaliados os indicadores de qualidade da aplicação, depósito (quantitativo) e a cobertura(qualitativa) das folhas do tomateiro, em três estratos transversais no do dossel cultura (superior,médio e inferior) e dois estratos longitudinais (parte externa e interna do dossel). Nesta pesquisasugere-se o desenvolvimento do índice de qualidade da aplicação, que considera a deposição, acobertura, a taxa de aplicação e o Índice de Área foliar da cultura. Quanto maior este índice,maior evidência de eficiência na quantidade depositada e uniformidade de distribuição das gotasno alvo. Foi avaliado também a perda da pulverização para o solo e o volume de caldatranspassado para linha adjacente à linha pulverizada. Os resultados demonstram que a técnicade aplicação com Bastão (618 L ha-1) proporciona maior depósito relativo em comparação aBarra-AXI 11002 (1442 L ha-1). O depósito relativo na parte interna é menor nos estratos queapresentam maior espessura do dossel e maior Índice de Área Foliar. A técnica de aplicaçãoBarra-ATR 0.5 (493 L ha-1) proporciona menor cobertura da superfície adaxial das folhasinternas do dossel em comparação as demais técnicas. Em geral, a cobertura é maior nasuperfície adaxial das folhas e na parte externa do dossel e sem diferença entre os estratossuperior, médio e inferior. A perda relativa para o solo da casa de vegetação, na linha eentrelinha, é influenciada pela técnica de aplicação. A técnica do Bastão (618 L ha-1) e da Barra-AXI 11002 (1442 L ha-1) proporcionam maiores volumes transpassados para as linhasadjacentes à linha de aplicação em comparação a Barra-ATR 0.5 (493 L ha-1). Na parte externadas plantas e no estrato superior, a técnica com Bastão (618 L ha-1) proporciona melhor Índicede Qualidade de Aplicação em comparação as demais técnicas. Na parte interna do dossel, oÍndice de Qualidade da Aplicação é semelhante para todas as técnicas de aplicação.
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    Test bench para coleta de deriva em condições de clima subtropical
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-02-22) Precipito, Laís Maria Bonadio; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384
    Um método alternativo ao método da ISO 22866, para medir deriva em campo foidesenvolvido pela Universidade de Turin (Department of Agricultural, Foresty andEnvironmental Economics and Engineering (DEIAFA)) denominado de test bench ouensaio da bancada. Essa metodologia, se apresenta mais rápida e simples de reproduziros ensaios para avaliação da deriva em campo e pode ser feita em condições instáveis devento, quando comparada a ISO 22866. Objetivou-se com esta pesquisa quantificar aderiva coletada por meio da metodologia de test bench em condição de clima subtropical,com três pontas de pulverização em duas pressões de trabalho e duas alturas da barra depulverização. O trabalho foi feito em delineamento inteiramente casualizado com 12tratamentos, resultados da combinação de 3 pontas de pulverização, 2 pressões e 2 alturasde barra com quatro repetições, totalizando 48 ensaios. As pontas utilizadas foram a XR11002 (100 e 400 kPa), AIXR 11002 (100 e 600 kPa) e ATR 2.0 cônico vazio (400 e2000 kPa), com duas alturas de barra: 0,50 m e 1,00 m acima da bancada de ensaios.Durante os ensaios, as condições agrometeorológicas tais como velocidade e direção dovento, temperatura e a umidade relativa do ar foram registadas continuamente a cadasegundo a uma altura de 2,0 m do solo. O test bench mostra-se como uma metodologiaque possibilita avaliar a deriva em nível de campo nas condições de país subtropical,evidenciando que as alterações nas condições agrometerológicas, pontas e pressão sãodecisivas na deriva de pulverizadores de barra. A umidade relativa do ar e a pressão detrabalho foram os fatores mais determinantes na deriva proporcionada pelas pontas depulverização ATR 2.0, XR11002 e AIXR11002. A mudança da altura da barra de 0,5 para1,0 m não influencia na quantidade de deriva coletada.
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