Potencial antimicrobiano de Allium sativum em queijo frescal
dc.contributor.advisor1 | Peixoto, Erika Cosendey Toledo de Mello | |
dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0002-9608-4282 | |
dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0963818563395019 | |
dc.contributor.referee1 | Matsumoto, Leopoldo Sussumu | |
dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0001-5102-545X | |
dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0857955043436449 | |
dc.contributor.referee2 | Campos, Anna Carolina Leonoelli Pires de | |
dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0003-0222-5732 | |
dc.contributor.referee3 | Fagan, Éder Paulo | |
dc.contributor.referee3ID | https://orcid.org/0000-0002-7115-5814 | |
dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/1623219384012147 | |
dc.contributor.referee4 | Marcusso, Paulo Fernandes | |
dc.contributor.referee4ID | https://orcid.org/0000-0002-2677-4915 | |
dc.contributor.referee4Lattes | http://lattes.cnpq.br/7590511974577384 | |
dc.contributor.referee5 | Zacarias, Francielle Gibson da Silva | |
dc.contributor.referee5ID | https://orcid.org/0000-0003-1862-675X | |
dc.contributor.referee5Lattes | http://lattes.cnpq.br/1740021520322135 | |
dc.creator | Milo, Izabela da Silva | |
dc.creator.ID | https://orcid.org/0000-0002-1774-4773 | |
dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4836999214960109 | |
dc.date.accessioned | 2025-03-28T13:48:54Z | |
dc.date.available | 2025-03-28T13:48:54Z | |
dc.date.issued | 2019-02-28 | |
dc.description.abstract | No Brasil é comum o consumo de queijo frescal, e por ser um produto que sofre manipulação,está suscetível a contaminação por microrganismos patogênicos, destacando-seStaphylococcus aureus. Quando presente em quantidade acima de 106 UFC/g e sob condiçõesadequadas de temperatura, esse microrganismo pode produzir enterotoxinas causadoras deintoxicação alimentar, representando importante problema para saúde pública. Além de tratar-se de planta condimentar, o alho tem sido utilizado para fins medicinais, principalmente pelapresença de substâncias como alinase, alina e alicina. Assim, o presente trabalho objetivouavaliar o potencial antimicrobiano do Allium sativum, na forma de suspensão aquosa (SAa) ein natura (Ain), sobre S. aureus (ATCC 25923) em queijos frescais. A atividadeantibacteriana foi avaliada pela determinação da concentração inibitória mínima (MIC),utilizando o método de microdiluição. Dessa forma, foram avaliados os seguintes tratamentos:SAa em diferentes concentrações (0,58%, 1,11% e 2%), além dos tratamentos controlenegativo (queijo frescal) e testemunha (queijo frescal contaminado com S. aureus). Os queijosforam produzidos com leite pasteurizado, e posteriormente contaminados com 108 UFC/mLde cepa padrão de S. aureus (ATCC 25923). Adicionou-se SAa à massa dos queijos porincorporação, e para avaliação do Ain os bulbilhos foram descascados, pesados, cortados eadicionados à massa do queijo na proporção de 50 gramas por litro de leite. Os resultadosforam avaliados retirando-se 10 gramas de cada queijo, diluindo em 90mL de solução salina0,9%, com subsequentes diluições decimais seriadas até 10-4. Após inoculação por superfícieem placas com Agar Baird Parker, enriquecido com solução de gema de ovo e telurito depotássio, realizou-se incubação a 35°C por 48 horas, procedendo-se contagem das unidadesformadoras de colônia (UFC) por grama de queijo. As análises foram realizadas nos dias 1(um dia após fabricação dos queijos), e 5, 10 e 15 após. A MIC correspondeu à 1,25%. Osresultados demonstram que as três concentrações avaliadas foram capazes de diminuir acontagem de bactérias, porém na concentração de 0,58% houve crescimento de S. aureus emuma das produções de queijo. A concentração de 1,11% foi a que apresentou melhorresultado, diminuindo em média 8,48% a contagem de bactérias e para Ain a diminuiçãomédia foi de 6,23%. Portanto, o alho possui propriedades antimicrobianas contra S. aureus emqueijo frescal podendo ser utilizado não só como um diferencial de sabor do produto, mascomo um aditivo natural. | |
dc.description.resumo | In Brazil the consumption of fresh cheese is common, and because it is a product thatundergoes manipulation, it is susceptible to contamination by pathogenic microorganisms,especially Staphylococcus aureus. When present in amounts above 106 CFU/g and underappropriate temperature conditions, this microorganism can produce enterotoxins causingfood poisoning, posing a major public health problem. In addition to being a seasoning plant,garlic has been used for medicinal purposes, mainly by the presence of substances such asalinase, alina and allicin. Thus, the present work aimed to evaluate the antimicrobial potentialof Allium sativum, as aqueous suspension (SAa) and in natura (Ain), on S. aureus (ATCC25923) in fresh cheeses. The antibacterial activity was evaluated by determining the minimuminhibitory concentration (MIC) using the microdilution method. Thus, the followingtreatments were evaluated: SAa at different concentrations (0.58%, 1.11% and 2%), besidesthe negative control treatments (fresh cheese) and control (fresh cheese contaminated with S.aureus).The cheeses were produced with pasteurized milk, and then contaminated with 108CFU/mL of S. aureus standard strain (ATCC 25923). SAa was added to the cheese mass byincorporation, and for evaluation of the Ain the bulbs were peeled, weighed, cut and added tothe cheese mass in the proportion of 50 grams per liter of milk. The results were evaluated bywithdrawing 10 grams of each cheese, diluting in 90mL of 0.9% saline, with subsequent serialdecimal dilutions up to 10-4. After surface inoculation on plates with Baird Parker Agar,enriched with egg yolk solution and potassium tellurite, incubation was carried out at 35°Cfor 48 hours, counting the colony forming units (CFU) per gram of cheese. The analyzes wereperformed on days 1 (one day after of cheese manufacturing), and 5, 10 and 15 after. TheMIC corresponded to 1,25%. The results showed that the three concentrations evaluated wereable to decrease the bacterial count, but at the concentration of 0.58% there was growth of S.aureus in one of the cheese productions. The concentration of 1.11% showed the best result,decreasing the bacterial count by 8,48% and to Ain the average decrease was 6,23%.Therefore, garlic has antimicrobial properties against S. aureus in fresh cheese and can beused not only as a flavor differential of the product, but as a natural additive. | |
dc.description.sponsorship | CAPES | |
dc.identifier.citation | MILO, Izabela da Silva. Potencial antimicrobiano de Allium sativum em queijo frescal. Orientadora: Erika Cosendey Toledo de Mello Peixoto. 2019. 35 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Centro de Ciências Agrárias, Campus Luiz Meneghel, Universidade Estadual do Norte do Paraná, Bandeirantes, 2019. | |
dc.identifier.uri | https://repositorio.uenp.edu.br/handle/123456789/519 | |
dc.language | por | |
dc.publisher | Universidade Estadual do Norte do Paraná | |
dc.publisher.country | Brasil | |
dc.publisher.department | UENP/CLM::CCA | |
dc.publisher.initials | UENP | |
dc.publisher.program | PPAGRO | |
dc.subject | Alho | |
dc.subject | Antimicrobianos naturais | |
dc.subject | Conservantes naturais | |
dc.subject | Contaminação alimentar | |
dc.subject | Staphylococcus aureus | |
dc.subject.cnpq | Agronomia | |
dc.subject.cnpq | Ciências Agrárias | |
dc.title | Potencial antimicrobiano de Allium sativum em queijo frescal | |
dc.title.alternative | Allium sativum antimicrobial potential in fresh cheese | |
dc.type | Dissertação |