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Navegando por Autor "Miyashiro, Camila Ferreira"

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    Atuação do bioestimulante Ligier GrassBio no controle de Digitaria insularis em cultivos de soja
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) André, Gabriel dos Reis; Junior, Eduardo Siqueira Dias; Duarte, Erich dos Reis; Miyashiro, Camila Ferreira
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    Características agronômicas e produtividade de milho em diferentes espaçamentos e distribuições espaciais
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-01-24) Aquino, Ligiane de Oliveira; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Nair Mieko Takaki; http://lattes.cnpq.br/4790986619781575; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Alves, Karina Aline; https://orcid.org/0000-0002-8916-0224; http://lattes.cnpq.br/6915234182529881
    A distribuição espacial de plantas na cultura do milho é uma forma de manejo que visaaprimorar o uso da área de cultivo, possibilitando otimização na utilização dos recursos domeio e consequentemente, maximização do rendimento de grãos. Alterações no sistema deplantio como redução do espaçamento entrelinhas e sistema em fileiras duplas são formas demanipular a distribuição espacial de plantas. Nesse sentido, o objetivo do presente trabalho foiavaliar o desenvolvimento da cultura do milho em relação às características agronômicas eprodutividade em diferentes distribuições espaciais de plantas. O experimento foi conduzidona área da Fazenda da Universidade Estadual do Norte do Paraná – Campus Luiz Meneghel, Bandeirantes, Paraná, na safra de verão do ano agrícola 2017/2018. O delineamentoexperimental foi de blocos casualizados com5 tratamentos e 4 repetições, sendo ostratamentos constituídos por espaçamento entre fileiras simples reduzido de 0,45 m,espaçamentos entre fileiras simples convencionais de 0,70 e 0,90 m e espaçamentos entrefileiras duplas equivalentes de 1,00 x 0,40 m e 1,40 x 0,40 m. Foram avaliadasas populaçõesde plantas pelos estandes inicial e final; as características morfológicas pelas variáveis altura,altura de inserção de primeira espiga, relação entre altura da espiga e altura da planta,diâmetro do colmo, número de folhas, área foliar, índice de área foliar e acamamento; e ascaracterísticas da espiga e componentes produtivos pelas variáveis comprimento e diâmetroda espiga, diâmetro do sabugo, número de fileiras de grãos, massa de mil grãos, massa degrãos por espiga, número de grãos por espiga, índice de espigas, número de espigas porhectare e produtividade. As variáveis analisadas referentes às características morfológicas nãoforam influenciadas pela distribuição espacial de plantas. Para as características de espiga ecomponentes produtivos, as variáveis comprimento e diâmetro da espiga, diâmetro do sabugo,número de fileiras de grãos, massa de mil grãos, massa de grãos por espiga e número de grãospor espiga também não foram influenciadas pela distribuição espacial de plantas. Para índicede espigas, número de espigas por hectare e produtividade, a distribuição espacial em fileirasimples de 0,70 m e sua equivalente em fileira dupla (1,00 x 0,40 m) foram semelhantes. Adistribuição espacial de plantas em fileiras simples de 0,70 m apresentou maiores incrementosna produtividade de grãos em relação à fileira dupla de 1,40 x 0,40 devido aos maiores índicesde espigas e número de espigas por hectare.
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    Despontes na produtividade e qualidade de sacarose da cana-de-açúcar
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-02-19) Teodoro, Priscila Gualberto; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Nair Mieko Takaki; http://lattes.cnpq.br/4790986619781575; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524
    Os fatores relacionados à qualidade da cana-de-açúcar são essenciais para aavaliação da eficiência da matéria-prima e os mais importantes são o Brix e o ATRque correspondem ao teor e a quantidade total de açúcares na cana-de-açúcar. Taisfatores são diretamente influenciados pela porção apical do colmo que apresentamenor concentração de sacarose e maior quantidade de água. Diante disto, o objetivofoi avaliar o melhor nível de desponte e correlacionar com a perda de produtividadedesta prática. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado (DIC) comesquema fatorial 6x3 com três repetições, sendo seis níveis de despontes, (T1) sem odesponte, (T2) desponte no primeiro internódio, (T3) desponte no segundo internódio,(T4) desponte no terceiro internódio, (T5) desponte no quarto internódio e (T6)desponte no quinto internódio com dezoito tratamentos em cada época; início, meio efinal de ambas as safras. Os resultados obtidos nas safras 2017 e 2018 evidenciaramque a prática do desponte influenciou nas análises laboratoriais e a cana-de-açúcarsem o desponte apresentou menores valores de Brix, Pol do Caldo e ATR e maioresvalores de AR do caldo, bem como, maior produtividade na safra 2017 devido aosaltos índices de precipitação pluvial. Concluiu-se que diante das avaliaçõeslaboratoriais da cana-de-açúcar e dos despontes, a melhor prática de desponte é no2o internódio, devido aos níveis aceitáveis de Brix, Pol do Caldo e ATR emconsonância com a menor perda de produtividade e menores valores de AR do caldo.
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    Efeito de diferentes épocas de desfolha na cultura do milho
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-07-15) Souto, Felipe Baiá Carvalho; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Nair Mieko Takaki; http://lattes.cnpq.br/4790986619781575; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524
    Foi avaliado a influência das diferentes épocas de desfolha com o híbrido P3431VYH na culturado milho. Os experimentos foram realizados nos municípios de Cascavel-PR e Floresta-PR. Foiutilizado os seguintes tratamentos: sem desfolha; desfolha em V4; desfolha em V8; desfolhaem Pré-pendoamento e desfolha em Pós-pendoamento, com 4 repetições sendo o delineamentoexperimental em blocos ao acaso. As variáveis avaliadas foram: altura de plantas, altura deespigas, green snap, plantas quebradas, plantas dominadas, colmo podre, produtividade enúmero de espigas. O resultado demonstrou que, desfolhas ocorridas no início dodesenvolvimento da cultura (até V4) possuem uma boa recuperação para o desenvolvimento epotencial produtivo da cultura. O período crítico para desfolha é na fase pré-pendoamento.Desfolhas no estádio reprodutivo afetam a integridade do colmo.
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    Efeito de diferentes espaçamentos e densidades de semeadura no cultivo do minimilho
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-07-15) Lucianetti, André Augusto Favaretto; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524
    O minimilho é o nome dado às espiguetas femininas da planta de milho, colhidas antes dafertilização, sendo seu cultivo uma alternativa rentável para pequenas propriedades.Objetivou-se avaliar diferentes espaçamentos (0,5; 0,6; 0,7; 0,8 e 0,9 m) entrelinhas edensidades de semeadura (13, 15, 17 plantas por metro) de minimilho. O estudo foi conduzidona Universidade Estadual do Norte do Paraná, Campus Luiz Meneghel, com delineamentoexperimental em blocos ao acaso em esquema fatorial 5 x 3 (espaçamento; densidade) comquatro repetições. As parcelas experimentais compreendiam 5 metros de comprimento por 6,5de largura, o cultivar escolhido de milho híbrido foi o AG1051. As características avaliadasda cultura foram altura da planta, diâmetro do caule, comprimento da espiga com e sem palha,diâmetro da espiga com e sem palha, índice de formato da espiga, número de espigas colhidaspor hectare e produtividade. O diâmetro do colmo e o tamanho de espigas decresceram com aredução do espaçamento entrelinhas e com o incremento de plantas por hectare. Não seobservou espigas de formato perfeitamente cilíndricas à campo. A produtividade não foiafetada pelos espaçamentos e densidades.
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    Emergência de plântulas de soja nos substratos areia, comercial e em campo
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-10-25) Bonetti, Rafael Aparecido Torue; Lima, Cristina Batista de; https://orcid.org/0000-0002-6076-4286; http://lattes.cnpq.br/3072842301542197; Lima, Cristina Batista de; https://orcid.org/0000-0002-6076-4286; http://lattes.cnpq.br/3072842301542197; Bueno, João Tavares; https://orcid.org/0000-0003-0716-1141; http://lattes.cnpq.br/2889380559858950; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524
    A soja é uma espécie que pertence à família Fabaceae, de origem asiática, cultura de destaqueno cenário mundial de grãos. As características de cada substrato devem permitir que agerminação e a emergência das plântulas possam ocorrer o mais rápido e uniforme. O substratoé um dos fatores externos que influenciam tanto a germinação das sementes quanto odesenvolvimento inicial das plântulas. Uso da areia como substrato na avaliação do teste deemergência de plântulas tem por finalidade avaliar a qualidade fisiológica de sementes de soja.Essa pesquisa teve o objetivo de verificar o efeito dos substratos areia, comercial e do solo nocampo de cultivo, sobre a emergência de plântulas soja. O experimento foi realizado noLaboratório de Análise de Sementes da Universidade Estadual do Norte do Paraná, CampusLuiz Meneghel, no município de Bandeirantes-PR. Para tanto, utilizou dezessete lotes desementes de quatro cultivares de soja submetidos aos testes de caracterização dos lotes: primeiraleitura da germinação, teste de germinação em rolo de papel a 25 oC e teor de água. Os testesaplicados: emergência de plântulas em areia de textura média, condicionador de soloMecplant® e campo. Logo após as bandejas foram preenchidas com os substratos, uma sementepor célula sobre uma camada uniforme umedecida e cobertas com os respectivos substratos. Asbandejas foram mantidas sob estufa plástica modelo arco, aos seis dias após a semeadura inicioua contagem do número de plântulas normais emersas (folhas cotiledonares expandidas). Já nocampo foram semeadas no sulco de plantio, ao décimo primeiro dia foi contabilizado o númerode plântulas normais emersas. Foram realizados os testes de vigor: Coeficiente de velocidadede emergência de plântulas, tempo médio, índice de velocidade de emergência de plântulas eenvelhecimento acelerado tradicional com água. Avaliação do comprimento de plântula e raiz,peso da matéria verde e seca da plântula. O delineamento experimental foi inteiramentecasualizado, com quatro repetições para cada lote/cultivar. Os dados foram submetidos a análisede variância e as médias agrupadas pelo teste de Scott-Knott (P≤0.05) com auxílio do softwareSisvar®. Conclui-se os resultados do presente estudo indicaram que o uso da areia no teste deemergência de plântulas influenciou nos resultados, portanto, já utilização do substratocomercial apresentou plântulas mais vigorosas e os resultados foram mais próximos aos queocorrem no campo.
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    Sistemas de manejo na sucessão soja-milho para o controle de Digitaria insularis
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-07-16) Salles Junior, Altamir José; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206; Miyashiro, Camila Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-4397-5222; http://lattes.cnpq.br/2371509251800524; Bellettini, Silvestre; https://orcid.org/0000-0001-6769-544X; http://lattes.cnpq.br/0540747739983343; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288
    O capim-amargoso (Digitaria insularis) é uma planta daninha de difícil controle, além de serresistente ao herbicida glyphosate, fato que eleva cada vez mais o custo com agroquímicos.Dessa forma, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar sistemas de manejo nasucessão soja-milho para o controle da Digitaria insularis. O experimento foi conduzido emuma área da Estação Dashen Consultoria e Pesquisa Agronômica, no município deBandeirantes – PR, entre 09/12/16 e 02/09/17. O delineamento experimental foi em blocos aoacaso, arranjados em um esquema fatorial (2x4) com quatro repetições. O primeiro fator serefere à presença e ausência de herbicida pré-emergente para o cultivo de soja; o segundofator se refere à sistemas propostos para a safrinha: pousio; milho no espaçamento de 0,45 m;milho no espaçamento de 0,90 m; e milho a 0,90m consorciado com braquiária. Os dadosforam submetidos ao teste de Tukey a 5% de probabilidade. O herbicida pré-emergentereduziu significativamente a população do capim-amargoso nas avaliações ao 20 DAS e napré-colheita da soja e o sistema de pousio apresentou maior infestação deste, independente dotratamento. Os tratamentos com aplicação de pré-emergente reduziu significativamente aquantidade de massa seca de capim-amargoso. Os tratamentos com herbicida pré-emergenteminimizaram a população de capim-amargoso. Os sistemas de manejo com desempenhosuperior foi no milho (0,45 m) e milho consorciado com braquiária (0,90 m), quandoassociados ao pré-emergente.
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