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Navegando por Autor "Oliveira, Rone Batista de"

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    Ações efetivas da extensão universitária: utilização de drones como ferramenta de apoio na identificação de criadouros de Aedes spp
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) Silva, Jader Almeida de Barros; Hespanhol, Evelim Correa; Nascimento, João Gabriel Feriato do; Hespanhol, Elem Correa; Sgarbi, Éderson Marcos; Oliveira, Rone Batista de
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    Adesão das agências agropecuárias estaduais ao Programa Aplicador Legal
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2024) Melchior, Mariana Silva; Ribas, Aliana da Silva; Motta, Ana Beatriz Oliveira; Silva, Jader Almeida de Barros; Sgarbi, Éderson Marcos; Oliveira, Rone Batista de
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    Adição de diferentes classes de adjuvantes nas aplicações do herbicida glufosinato
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2021-07-09) Oliveira, João Victor de; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Kruger, Greg R.; https://orcid.org/0000-0002-8975-0507
    O percentual de área tratada com glufosinato ainda é baixo, devido, principalmente, à inconsistência do controle das plantas daninhas. Os adjuvantes podem auxiliar no uso do glufosinato nas tecnologias de culturas resistentes e favorecer na redução da probabilidade da evolução da resistência. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da adição de adjuvantes com diferentes constituições químicas e físicas no desempenho do herbicida glufosinato. O primeiro capítulo teve por objetivos determinar o efeito da adição dos adjuvantes nas propriedades físicas e químicas e no espectro de gotas da pulverização com glufosinato. O segundo capítulo teve por objetivo de avaliar o efeito da adição de adjuvantes ao glufosinato no controle e ângulo de contato em diferentes espécies de plantas daninhas em dois estágios de desenvolvimento. Foram realizadas análises de laboratório e casa de vegetação. Foram analisados as propriedades físicas e químicas (densidade, viscosidade dinâmica, tensão superficial, condutividade elétrica e pH) e determinado os parâmetros do espectro de gotas: o diâmetro de 10%, 50% e 90% do volume total pulverizado (Dv0,1, Dv0,5 e Dv0,9), amplitude relativa e o percentual de volume de gotas menores que 100 e 150 μm (V100 e V150). O controle foi realizado em dois estádios de desenvolvimento (15±3 cm e 27± 3 cm) de seis plantas daninhas (velvetleaf, kochia, waterhemp, common lambsquarter, barnyardgrass e green foxtail). A adição de adjuvantes proporcionou variações nas caldas para todos os parâmetros analisados. A presença de adjuvante apresentou maiores variações na viscosidade do que na densidade. A adição do adjuvante redutor de deriva apresentou maiores valores de viscosidade e melhor característica do espectro de gotas para redução de deriva (> Dv0,5, < V100 e < v150). O controle e o ângulo de contato variam de acordo com a espécie de planta daninha, a classe do adjuvante e o estádio de desenvolvimento. O ângulo de contato é dependente tanto das espécies de plantas daninhas, da calda de pulverização e localização da folha na planta.
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    Aeronave remotamente pilotável na qualidade da aplicação
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2023-04-27) Silva, Adenilson de Souza da; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Baio, Fabio Henrique Rojo; https://orcid.org/0000-0002-9522-0342; http://lattes.cnpq.br/5720701444145747
    A demanda global por alimentos continua aumentando, o que exige um aumento contínuo da produção agrícola, por isso a grande importância do agronegócio brasileiro no mundo. Diante dessa situação, uma nova tecnologia de aplicação tem sido amplamente utilizada em todo o mundo: a aplicação com RPAs (Remotely Piloted Aircraft System). Não há muitas afirmações sobre essa tecnologia, porque os dados de pesquisas obtidos no Brasil são escassos, informações inconsistentes são geradas sem suporte científico, o que dificulta análises mais técnicas de viabilidade agronômica, ambiental e econômica. O objetivo desta pesquisa foi estudar os efeitos das condições meteorológicas, taxas de aplicação, classes de gotas, alturas de voo e velocidade de aplicação no depósito e a cobertura da aplicação aeronave remotamente pilotável. O experimento com taxas de aplicação, classes de gotas foi realizado num esquema fatorial de 2x2x4, com duas condições de aplicações durante o dia (manhã e tarde), duas Classes de tamanho de gotas (média e grossa) e quatro taxas de aplicação (5; 6,5; 8,5; 10 L ha-1), e os experimentos com alturas de voo e velocidades de aplicação foram montados em esquema fatorial de 2x5 (duas condições de aplicações x cinco alturas de voos - 2, 3, 4, 5 e 6 metros) e 2x4 (duas condições de aplicações e quatro velocidades de operação - 3, 4, 5 e 6 m s-1), ambos os experimentos na taxa de aplicação de 5 L ha-1e com classe de gotas média. Os dados foram analisados por meios de técnicas de análises canônicas. Os resultados indicam que o depósito e a cobertura não sofrem efeito das condições meteorológicas na classe de gotas grossas, porém muito efeito na classe de gotas médias. A cobertura tem uma relação negativa com o depósito. As aplicações com parâmetros meteorológicos favoráveis beneficiam o depósito com a classe de gotas médias, independente da taxa de aplicação e a cobertura é mais afetada negativamente pelas condições meteorológicas desfavoráveis do que o depósito. A cobertura e o depósito sofrem efeitos diferentes nas mudanças de taxa de aplicação. Classes de gotas médias proporcionam maior variabilidade no depósito e classes de gotas grossas na cobertura. Os tratamentos com as alturas 3 e 4 m tiveram maior variabilidade da cobertura e relação com a umidade relativa do ar. Houve semelhança maior na variabilidade dos dados entre as velocidades de 4 e 5 m s-1 quando comparados com outras velocidades, indicando que as duas velocidades não têm diferenças estatísticas entre si. As velocidades de 3 e 6 m s-1foram os tratamentos que tiveram correlação com o depósito e a cobertura por sua proximidade aos vetores. O depósito e a cobertura tiveram uma correlação positiva entre si e negativa em relação as variáveis meteorológicas, A temperatura e a umidade são as variáveis que causam maior variabilidade nos dados. Alturas de voo mais baixa têm um impacto positivo na cobertura e no depósito da aplicação, sendo menos afetadas pelas condições meteorológicas. Velocidade de vento mais alta proporciona aumento na variabilidade da cobertura e do depósito. O efeito da velocidade da aplicação com RPA é dependente da condição meteorológica presente no momento da aplicação.
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    Ambiente protegido: uma alternativa de cobertura com material reciclável
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2016-03-30) Fernandes, Flávia Regina Moreira; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Reis, Teresinha Esteves da Silveira; https://orcid.org/0000-0001-6379-4790; http://lattes.cnpq.br/5705088234641018; Reis; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Ralisch, Ricardo; https://orcid.org/0000-0003-4982-2112; http://lattes.cnpq.br/3620197655490764; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384
    O cultivo em ambiente protegido gera algumas alterações microclimáticas favoráveis ao desenvolvimento de hortaliças, o qual se tornou muito comum nos últimos anos entre agricultores familiares devido ao aumento da produtividade em pequenas áreas. Diante da grande influência de diferentes características espectrais no desenvolvimento vegetal, realizou-se esta pesquisa com o objetivo de avaliar os parâmetros físicos de cobertura em ambiente protegido com material reciclável (PET – Politereftalato de etileno) comparado à cobertura com polietileno de baixa densidade (PEBD) quanto às condições climáticas indicadas ao cultivo de hortaliças. O experimento foi conduzido no período de 27 de julho a 26 de agosto de 2015 no Campus da Universidade Estadual do Norte do Paraná, em Bandeirantes, PR. Os ambientes protegidos continham dimensão de 2x3 m, com 2,5 m de pé direito de eucalipto e caída de 20%, envoltas com malha antiafídeos e com filme plástico na saia com 60 cm de altura, cobertos com telhado de garrafa PET verde, telhado de garrafa PET transparente, cobertura com PEBD de 100µm com e sem difusor, instalados no sentido Leste/Oeste. O delineamento experimental foi em esquema fatorial 4 x 3 (quatro ambientes x três horários) + ambiente externo para coleta de dados de temperatura do ar e umidade relativa do ar máxima, média e mínina e fatorial 4 x 2 (quatro ambientes x dois horários) para dados referentes ao tempo de exposição para leitura da radiação solar, luminância e radiação fotossinteticamente ativa (PAR), em que foram estudadas as interações dos fatores pela análise de variância e as médias dos ambientes protegidos e dos horários comparados pelo teste F a 5% de probabilidade. Houve redução significativa no aporte de radiação fotossinteticamente ativa (PAR) e luminosidade em comparação ao ambiente externo, no qual o ambiente protegido A2 registrou menor incidência de PAR e luminosidade em relação aos outros tratamentos. No ambiente protegido A4 ocorreu menor tempo de exposição para leitura da radiação solar e interação entre as fontes de variação ambientes protegidos e horário de aquisição dos dados. O ambiente A2 apresentou maior número de sementes emergidas e índice de velocidade de emergência, diferindo estatisticamente dos demais tratamentos, sendo este o ambiente que proporcionou melhores parâmetros físicos para o cultivo de sementes de alface lisa.
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    Análise da fragilidade e do conflito de uso do solo em área de recarga do Aquífero Guarani
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2014-05-26) Andrade, Daniel Campanelli de; Reis, Teresinha Esteves da Silveira; https://orcid.org/0000-0001-6379-4790; http://lattes.cnpq.br/5705088234641018; Reis, Teresinha Esteves da Silveira; https://orcid.org/0000-0001-6379-4790; http://lattes.cnpq.br/5705088234641018; Caviglione, João Henrique; https://orcid.org/0000-0002-2518-0031; http://lattes.cnpq.br/8720140370218094; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Medri, Cristiano; https://orcid.org/0000-0003-2413-9376; http://lattes.cnpq.br/5988159401368852
    Este trabalho teve como objetivo avaliar a fragilidade e o conflito de uso dos solos sobre área de recarga do Sistema Aquífero Guarani, na bacia do médio Rio das Cinzas, Norte Pioneiro do Paraná. Utilizando geotecnologias, foi possível levantar os dados referentes ao uso atual do solo, potencial natural de erosão (PNE), aptidão agrícola das terras e por fim a análise do conflito de uso do solo. Estes que são estudos fundamentais para prever impactos, cujos resultados possibilitam planejamentos em busca da sustentabilidade. Os resultados demonstraram alto potencial de perda de solo, constatando a fragilidade da região. Com relação aos usos, foram encontradas todas as classes pré-estabelecidas, água, urbano, floresta, silvicultura, lavoura e pastagem, com destaque para as duas últimas. As terras da região do estudo apresentaram variadas aptidões agrícolas, desde boa para lavoura até regular para pastagem. O resultado da análise do conflito de uso do solo demonstrou a falta de planejamento na escolha da cultura implantada. Essa falta de planejamento combinada com a fragilidade em potencial apresentada pelos solos pode acarretar perdas estruturais, menor produtividade agrícola e impactos diretos na área de recarga.
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    Armazenamento de misturas de herbicidas nas características físico-químicas e no controle de plantas daninhas
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-11-22) Ferreira, Luiz Augusto Inojosa; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    Com esta pesquisa, objetivou-se avaliar o efeito do tempo de armazenamento de duas misturasde herbicidas pós emergentes nas características físicas e químicas das caldas de pulverizaçãoe na eficiência de controle de plantas daninhas. Em três ambientes, foram realizadosexperimentos utilizando plantas daninhas e plantas de soja sensíveis aos herbicidas. O primeiroexperimento foi realizado com as espécies Amaranthus retroflexus, Commelina benghalensis eSorghum halepense, utilizando a mistura de glyphosate + 2,4-D + óleo vegetal, o segundo, comChloris polydactyla utilizando a mistura de glyphosate + clethodim + óleo mineral e o terceirocom Glycine max (L.) com a mistura de glyphosate + 2,4-D + óleo vegetal, todas submetidas acinco períodos de armazenamento (no momento do preparo, 1, 2, 4 e 8 dias após o preparo). Ascaldas foram preparadas em galões plásticos (50 L) selados, armazenados no laboratório emtemperatura ambiente e agitados manualmente uma vez ao dia. Nos experimentos 1 e 2 asavaliações visuais de controle foram realizadas aos 7, 14, 28, e 42 dias após a aplicação (DAA)e no experimento 3 aos 3, 7, 10 e 21 DAA, devido a sensibilidade da espécie, todas as avaliaçõesrealizadas por dois avaliadores, sem o conhecimento prévio de cada tratamento. Para as duasmisturas foi determinado avaliações de tensão superficial, densidade e pH. Para o experimento1, aos 42 DAA, as notas médias de controle em todos os tratamentos não apresentaramdiferenças significativas, atingindo valores satisfatórios (> 80%) para as espécies A. retroflexuse S. halepense. No experimento 2, aos 42 DAA não houve efeito do armazenamento das caldasno controle de C. polydactyla, que permaneceu abaixo de 80% para todos os tratamentos. Aos21 DAA, no experimento 3, todos os tratamentos apresentaram controle próximo a 100% paraas plantas de soja. As variações no controle das espécies estão relacionadas com o tempo deavaliação após aplicação das caldas. Não houve alteração das características físicas e químicas(tensão superficial, densidade e pH) para as duas misturas, independente do período dearmazenamento. Com esses resultados, conclui-se que o armazenamento das caldas deglyphosate + 2,4-D e glyphosate + clethodim por até 8 dias, pode ser uma estratégia quando ascondições agrometeorológicas para aplicação não são adequadas.
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    Cobertura do solo na deriva e no depósito de pulverizações sobre alvos artificiais
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2014-08-05) Medeiros, Flaviane Marcolin de; Gandolfo, Marco Antonio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Gandolfo, Marco Antonio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Ralisch, Ricardo; https://orcid.org/0000-0003-4982-2112; http://lattes.cnpq.br/3620197655490764
    Os fitossanitários são produtos destinados a controlar as pragas, doenças e plantas daninhas e devem ser utilizados com a tecnologia que permita sua deposição no local desejado com a mínima perda ao ambiente. Seu uso se intensificou nos últimos anos devido ao aumento da demanda na produção de alimentos, da mesma forma a utilização da cobertura morta do solo como prática de conservação do solo e água. Diante desta realidade o objetivo deste trabalho foi quantificar a deriva em túnel de vento e o depósito em simulador de pulverizações agrícolas, em alvos artificiais sobre solo com e sem cobertura vegetal morta. Foram avaliadas a deriva em túnel de vento e o depósito em simulador de pulverização com duas velocidades de vento e duas velocidades de deslocamento da barra (1 e 2 m s-1). Estas velocidades foram combinadas à dois tipos de cobertura de solo (com e sem cobertura vegetal morta), totalizando 4 tratamentos com 4 repetições. As pontas de pulverização utilizadas foram AXI 11002, com pressão de 414kPa, o marcador utilizado foi o Azul Brilhante, visando a avaliação por espectrofotometria. Os resultados mostraram que o aumento da velocidade do vento em túnel tem efeito mais pronunciado sobre a deriva em solo sem cobertura morta quando comparado com solo coberto. O aumento da velocidade da barra de pulverização afeta os depósitos sobre coletores artificiais. Os depósitos coletados são afetados pela presença de palha na superfície do solo. A disposição longitudinal ou transversal dos coletores artificiais em relação à barra de pulverização não produz diferenças nos depósitos coletados.
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    Cobertura e deposição da aplicação em relação a direção da semeadura e estágio de desenvolvimento da soja
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2021-05-03) Cunha, Waldyr Armando Benitez; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Souto, Ana Carolina; http://lattes.cnpq.br/4909756168282078; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384
    Na busca de maior capacidade e facilidade operacional tem-se realizado diferentes sentidos de deslocamento no pulverizador na cultura da soja, porém sem evidências se essas decisões afetam ou não a qualidade da aplicação. Este estudo objetivou avaliar o efeito na qualidade da aplicação de diferentes sentidos de deslocamento do pulverizador em relação às linhas de semeadura da cultura da soja em diferentes estágios fenológicos. Os ensaios foram conduzidos por meio de pesquisa de campo e laboratório. Assim que as plantas de soja atingiram os estágios de desenvolvimento desejado de V4/V6, R1/R2, R1/R3, R3/R4, R4/R5 e R6/R7 (campo), e V3/V4 e R3/R4 (laboratório), foram realizadas as aplicações. Para aplicação em laboratório foi utilizado pulverizador costal pressurizado por CO2, equipado com 6 pontas de pulverização espaçadas em 0,5 m entre si e a uma altura de 0,5 acima da superfície mais altas das plantas, e realizadas nos sentidos de 0º, 45º e 90º. Para aplicação em campo foi utilizado um trator da marca Agrale 4100®, equipado com uma barra de pulverização de 7 metros, espaçadas em 0,5 m entre si e a uma altura de 0,5 m acima das plantas, realizada nos sentidos de 0º e 90º. Para ambas as aplicações foi preparada uma calda contendo água + marcador azul brilhante na concentração de 6 g L-1 e o adjuvante Disperse Ultra (0,04%, v/v). A qualidade da aplicação foi avaliada por meio do depósito do marcador (volume/área) analisado por espectrofotometria e cobertura (%) avaliados na parte superior e inferior das plantas de soja. Foi realizada a relação entre o terço superior e inferior para cobertura e depósito em função do sentido de aplicação. Os resultados indicaram que a relação de cobertura e depósito apresentam uma maior variabilidade assim que o estágio de desenvolvimento e índice de área foliar vão aumentando. O sentido de aplicação 45º apresentou uma maior homogeneidade de aplicação. Conclui-se que os sentidos de pulverizações não influenciaram no depósito e cobertura dos estágios vegetativos, no entanto à medida em que se aumentou o estágio de desenvolvimento, valores mais elevados e com maior dispersão foram encontrados para estágios reprodutivos.
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    Deriva em função de misturas de herbicidas e de pontas de pulverização
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2017-03-29) Feliciano, Arcanjo Miguel Fama; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Ferreira, Marcelo da Costa; https://orcid.org/0000-0002-0159-7422; http://lattes.cnpq.br/3661533094675596; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    O uso da mistura de herbicidas em tanque do pulverizador é uma prática comum dosagricultores para aumentar o espectro de ação, de controle e favorecer o manejo das plantasdaninhas resistentes. No entanto, ainda carece de pesquisa quanto ao potencial risco de derivadesta prática. O objetivo desse trabalho foi avaliar a deriva da pulverização em função damistura de herbicidas e de pontas de pulverização. A deriva foi medida em túnel de vento,coletada nas distâncias de 5, 10 e 15 m em relação à ponta de pulverização e 0,3; 0,5; 0,7; 0,9;1,1 m de altura em relação ao piso dentro do túnel de vento. As misturas utilizadas foram:glyphosate+2,4-D; glyphosate+2,4-D+saflufenacil+adjuvante; glyphosate+chlorimuron eglyphosate+carfentrazona aplicadas com as pontas de pulverização de jato plano com pré-orifício, modelo ADI 11002 (227 kPa) e jato plano com indução de ar, modelo AVI 110015(310 kPa). Os resultados indicam que a deriva é dependente do tipo de mistura de herbicida edo tipo de ponta de pulverização. A mistura de glyphosate+chlorimuron proporciona maiorderiva para as distâncias horizontais de 10 e 15 m de coleta quando aplicada com a ponta AVI110015 (310 kPa). A mistura de glyphosate+carfentrazona proporciona menor deriva quandoaplicada com a ponta AVI 110015 (310 kPa) e ADI 11002 (227 kPa) para todas as distânciashorizontais de coleta. Concluiu-se que a deriva é influenciada pela interação do tipo demistura de herbicidas e da ponta de pulverização selecionada para a aplicação.
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    Efeito de rainfastness nas misturas de herbicidas auxínicos com glyphosate aplicados em plantas com dois estágios diferentes de desenvolvimento
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2020-07-31) Theodoro, José Gabriel Castilho; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Ulisses Delvaz; https://orcid.org/0000-0001-6131-0289; http://lattes.cnpq.br/8520084377953959
    A ocorrência de plantas daninhas nas áreas agrícolas é um dos principais desafios encontrados pelos agricultores, sendo os herbicidas a principal ferramenta para realizar o controle dessas plantas. Fatores ambientais, como a ocorrência de chuvas logo após a pulverização dos herbicidas, podem diminuir sua eficiência de controle. Objetivou-se neste trabalho avaliar o efeito de chuva simulada de 10 mm sobre o rainfastness das misturas dos herbicidas 2,4-D + glyphosate e dicamba + glyphosate no controle das espécies de caruru (Amaranthus spp), trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e soja (Glycine max L.) em dois estágios de desenvolvimento (estágio inicial e estágio final). Os herbicidas utilizados nas misturas foram: Sal dimetilamina (DMA806 BR® 670 g L-1), Sal de potássio de glifosato (Roundup Transorb R®, 480 g L-1) e Dicamba (Atectra®, 480 g L-1). As misturas foram pulverizadas com a ponta TTI11002 (300 kPa) e com taxa de aplicação constante de 150 L ha-1. Após a aplicação, as plantas foram submetidas a chuva simulada de 10 mm em diferentes tempos: 5 minutos (chuva imediata); 15 minutos; 30 minutos; 45 minutos; 120 minutos e 240 minutos. A chuva foi realizada por um simulador de chuva equipado com três pontas defletoras de modelo floodjet inox TK-SS e na distância vertical de 2,0 m da parte superior das plantas. Também foi determinado o pH, a densidade e a tensão superficial das duas misturas. Para cada mistura foi realizado um experimento em um arranjo fatorial de 3 x 2 x 6 (espécies x estágios x tempo de chuva) com seis repetições. As avaliações de controle foram visuais e realizadas aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a aplicação (DAA). O controle foi determinado através da escala da ALAM (1974). Os resultados indicam que a ocorrência de chuva após a aplicação da mistura de 2,4-D + glyphosate reduziu o controle das espécies de Glycine max L. e Commelina benghalensis L.. As plantas de Amaranthus spp. apresentaram controle muito bom após um período de 30 minutos sem ocorrência de chuva. A ocorrência de chuva após a aplicação da mistura de dicamba + glyphosate reduziu o controle das espécies de Amaranthus spp. e Commelina benghalensis L. As plantas de Glycine Max L. apresentaram controle excelente independente do período de ocorrência de chuva após a aplicação. Conclui-se que a redução da eficiência das misturas dos herbicidas 2,4-D + Glyphosate e Dicamba + Glyphosate são dependentes do tempo de ocorrência da chuva após a aplicação, das espécies e do estágio de desenvolvimento das plantas.
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    Efeito do invictus® sobre a eficácia da limpeza de pulverizador contendo resíduo de herbicidas
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-02-28) Moreira, Renata Castanho; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Lourenção, André Luis Faleiros; https://orcid.org/0000-0003-4252-9706; http://lattes.cnpq.br/3949911765720571; Tashima, Hatiro; https://orcid.org/0009-0008-8757-4600; http://lattes.cnpq.br/0514640010249563; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608
    O objetivo deste trabalho foi avaliar níveis de injúrias causada por herbicidas sobre plantassensíveis após processo de limpeza do tanque de pulverização com diferentes produtos, emdois momentos após o uso do pulverizador. Foi utilizado um pulverizador de bancada,composto por um sistema de pulverização complexado com bomba de pulverização, agitadormecânico, filtro de linha, válvula solenoide, fluxômetro, barra de pulverização, seis bicos,filtro de pontas e seis pontas de pulverização. Foram utilizados os agentes limpantes Água,Desadere, Invictus 01,Invictus 03, Invictus 04 e Invictus 5. O pulverizador foi contaminadocom2,4-D na dose de 1,5 L.ha-1e Glyphosate na dose de 2,0 L.ha-1. Após a limpeza com águafoi realizada mais duas etapas de limpezas com água limpa na mesma quantidadecaracterizando a tríplice lavagem do pulverizador, sendo este procedimento caracterizadocomo “Imediato”. Em cada etapa de contaminação e de limpeza foram coletadas amostras dolíquido. Estes procedimentos foram repetidos após repouso da calda no pulverizador de umdia para outro (12 horas), “overnight”. Em toda etapa de lavagem foram coletas amostras,sendo parte aplicada sobre planta sensível aos herbicidas (soja). Os resultados mostraram queo Invictus 03 apresentou um potencial de descontaminação em overnight, porém nãoapresentou potencial de descontaminação em procedimento imediato. Os Invictus 04 eInvictus 05 apresentaram um elevado potencial de descontaminação do circuito depulverização.
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    Espalhamento e tempo de evaporação de gotas pulverizadas em folhas de tomateiro sob condições controladas de temperatura e umidade relativa do ar
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2015-11-26) Campli, Carolina Marques de; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Torres, João Pereira; https://orcid.org/0000-0002-7306-9872; http://lattes.cnpq.br/2582950118304206; Bueno, João Tavares; https://orcid.org/0000-0003-0716-1141; http://lattes.cnpq.br/2889380559858950; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384
    A condição ambiental no momento da aplicação de produtos fitossanitários na superfície foliar pode ser um fator determinante nos processos físicos de evaporação e espalhamento de gotas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da temperatura e da umidade relativa do ar no espalhamento e no tempo de evaporação de gotas após a sua deposição em folhas de tomateiro com diferentes produtos fitossanitários em caldas preparadas com e sem adjuvantes. Gotas calibradas com 1000 µm de diâmetro foram depositadas na superfície adaxial de folhas de tomates e foram monitoradas até a sua evaporação em duas condições de ambiente (31 °C e 35 UR e 25 °C e 75 UR). O tempo de evaporação foi determinado através do intervalo entre a deposição da gota e sua extinção. Os produtos utilizados para a elaboração das caldas foram: CabrioTop®(2 g L-1), Kumulus®DF (2 g L-1), Nomolt®150 (0,250 ml L-1), Pirate®(0,250 ml L-1), Nimbus®(5,0 ml L-1), Li700®(1,5 ml L-1), CalSuper®(25 ml L-1), BoroSuper®(3,5 ml L 1) e FoliFósforo®(7,5 ml L-1). Os produtos CabrioTop®, Kumulus®DF, Nomolt®150 e Pirate®foram testados isoladamente (com água destilada) e em uma mistura específica (CabrioTop®, Kumulus®DF, Nomolt®150, Pirate®, CalSuper®, BoroSuper®e FoliFósforo®), frequentemente utilizada pelos produtores e tomate em estufa da região de Bandeirantes-PR. Para avaliar o espalhamento e a evaporação de gotas em superfície foi criado um sistema capaz de simular diferentes condições ambientais. O sistema consiste de uma unidade de controle da temperatura e umidade relativa, um gerador de gotas que gera gotas de tamanho semelhante as utilizadas em pulverizações agrícolas a campo (200 - 1000 µm) e um estereoscópio equipado com uma câmera de alta definição para captura de imagens sequenciais. Em caldas sem adjuvante, o espalhamento de gotas aumenta na temperatura de 31°C e 35% UR e o tempo de evaporação diminui. No geral, a combinação de produtos e condições ambientais influenciam o espalhamento de gotas. A mistura testada proporcionou melhora significativa na área de molhamento de gotas em relação a maioria dos produtos testados. Em caldas contendo adjuvantes, o tempo de evaporação de gotas foi reduzido em alta temperatura e baixa umidade relativa do ar para a maioria das caldas. A ação dos adjuvantes no espalhamento e no tempo de evaporação de gotas depende do produto ao qual ele é adicionado.
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    Evaporação e espalhamento de herbicidas sob superfícies de plantas daninhas de folhas estreitas
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2023-04-28) Paduan, Natãny Aparecida; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Dario, Gustavo; https://orcid.org/0000-0002-4648-6881; http://lattes.cnpq.br/5682942731827088; Chechetto, Rodolfo Glauber; https://orcid.org/0000-0002-3773-6957; http://lattes.cnpq.br/5950068714430347
    A eficiência do controle de plantas daninhas pode ser aprimorada com a formulação de herbicidas que permita uma melhor interação entre a gota de pulverização e a planta alvo. É importante que a formulação proporcione equilíbrio entre o espalhamento e tempo de evaporação, permitindo uma distribuição e secagem adequada do herbicida sobre o alvo. O objetivo dessa pesquisa foi avaliar o tempo de evaporação e a área de espalhamento de caldas de herbicidas em superfícies de plantas daninhas de folhas estreitas. Gotas de 800 μm de diâmetro contendo as misturas de Finale® + Assist®; Roundup Transorb R® + Select One Pack® e Roundup Transorb R® + Verdict Max® + Joint Oil® foram depositadas em cinco superfícies de plantas daninhas de folhas estreitas: Capim amargoso (Digitaria insularis L. Fedde); Capim carrapicho (Cenchrus echinatus L.); Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica L.); Capim-branco (Chloris polydactyla) e Capim Brachiaria (Urochloa brizantha). Foram analisadas a tensão superficial, pH e condutividade elétrica das caldas de pulverização. Para determinação da área de espalhamento e do tempo de evaporação das gotas foi utilizado um gerador de gotas, um estereoscópio com câmera de alta definição para captura das gotas e software para processamento das imagens e uma câmera climática para manter as condições controladas de temperatura e umidade relativa do ar. Imagens sequenciais foram usadas para quantificar a área de molhamento e o tempo de evaporação das gotas depositadas nas diferentes superfícies foliares. A calda de pulverização e a superfície foliar definem a capacidade de espalhamento e o tempo de evaporação. A espécie com superfície foliar com maior facilidade de espalhamento foi a Eleusine indica e menor capacidade de espalhamento foi a Digitaria insularis, independentemente das caldas de herbicidas. O entendimento do espalhamento nas superfícies foliares de plantas daninhas de folhas estreitas é fundamental para definição de estratégias que beneficiem o sinergismo das misturas de herbicidas e maximizem a interação com as superfícies foliares.
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    Geoespacialização e estoque de carbono das áreas de preservação permanentes frente às alterações do código florestal
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2016-05-25) Baldecerra, Vinicius Ferreira; Reis, Luiz Carlos; https://orcid.org/0000-0003-2193-8535; http://lattes.cnpq.br/4310404758664835; Reis, Teresinha Esteves da Silveira; https://orcid.org/0000-0001-6379-4790; http://lattes.cnpq.br/5705088234641018; Garcia, Junior Ruiz; https://orcid.org/0000-0002-9625-3859; http://lattes.cnpq.br/0973686004919998; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Ralisch, Ricardo; https://orcid.org/0000-0003-4982-2112; http://lattes.cnpq.br/3620197655490764
    As alterações promovidas pelo atual Código Florestal (Lei no 12.651/12) ocasionaram muitasdiscussões entre a sociedade brasileira. A lei impõe regras que reduzirão as larguras das faixasmarginais das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) em áreas sob uso consolidado, e,portanto, a função de proteção ambiental é colocada em dúvida. Com isso, o presente trabalhoobjetiva quantificar as APPs, estimar e valorar os estoques de carbono das mesmas perante asimposições do atual Código Florestal. O estudo foi realizado em três microbacias domunicípio de Bandeirante-PR e a metodologia empregada fez uso de geotecnologias, imagemorbital, sistemas de informação geográfica (SIG), dados de estoques de carbono dispostos naliteratura e valores de mercado do carbono. Os resultados confirmam que três, dos quatrosmapas produzidos apresentam valores de APPs inferiores ao exigido no antigo CódigoFlorestal (Lei no 4.771/65). A situação atual das APPs se apresenta em números parecidoscom o exigido no Código de 2012, porém com matas fragmentadas e descontínuas. O modelode recuperação obteve os valores de APPs mais próximos do modelo da antiga legislação.Quanto aos estoques de carbono das APPs, a situação atual é de 7.944 Mg.C.ano-1(valor deUS$ 215.743) e no modelo de recuperação é de 13.970 Mg.C.ano-1(valor de US$ 379.397).Numa análise temporal, a taxa de incremento anual foi de 132 Mg.C (valor de US$ 3.584).Conclui-se que o Código Florestal vigente reduz as áreas destinadas a APPs em relação aoantigo Código. Muitas propriedades da área do estudo terão anistia na atual legislação. Após arecuperação florestal das APPs, os estoques de carbono nas APPs poderão gerar pagamentospor serviços ambientais aos proprietários rurais.
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    Influência de fatores operacionais nas perdas das aplicações da mistura em tanque de Dicamba + Glyphosate
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2021-04-30) Tavares, Antonio Augusto Corrêa; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Souto, Ana Carolina; http://lattes.cnpq.br/4909756168282078; Kruger, Greg R.; https://orcid.org/0000-0002-8975-0507
    O uso de herbicidas como glifosato e auxinas sintéticas em misturas em tanque é uma alternativa viável e eficaz nas práticas de manejo de plantas daninhas. No entanto, técnicas de redução de deriva são necessárias para evitar danos em culturas suscetíveis e áreas de preservação próximas a aplicações destes herbicidas. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a influência de fatores operacionais e da direção do vento no potencial de deriva das aplicações da mistura em tanque de dicamba + glifosato. Para isso foram realizados dois distintos experimento. No primeiro experimento determinou-se a deriva coletada e os danos em plantas de soja causado pela aplicação da mistura de herbicidas com diferentes modelos de ponta de pulverização em diferentes pressões e alturas de barra. Os tratamentos foram dispostos em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3x2x4 (pontas x pressão de trabalho x altura da barra) com quatro repetições. A calda correspondeu a uma mistura em tanque de dicamba (480 ia ha-1) e glifosato (1440 g ae ha-1) preparada para simular uma taxa de aplicação de 130 L ha-1. Para a deriva coletada, adicionou-se a calda de pulverização um marcador, o corante azul brilhante à 6% v v-1. As aplicações foram realizadas usando as pontas AIXR11003, MUG11003 e TTI11003 à 400 e 700 kPa em um túnel de vento (Universidade Estadual do Norte do Paraná, Brasil). O túnel de vento tem 20 m de comprimento, seção quadrada de 2,0 m e ventilador axial duplo de 0,90 m de diâmetro. As alturas de barra utilizadas foram de 0,50, 0,75, 1,00 e 1,50 m acima do piso do túnel. A velocidade no ar foi de 3,0 m s-1 medida e monitorada por um anemômetro de fio quente. Para as plantas como indicadoras de deriva, utilizou-se plantas de soja no estágio V3, as quais foram posicionadas a cinco distâncias a favor do vento (2, 5, 8, 10, 15 m) da ponta durante as aplicações, com cada repetição pulverizada por 30 segundos, com a ventilação ligada por mais 2 minutos. Para o ensaio de deriva coletada, posicionou-se fios de nylons em suportes metálicos na altura de 0,3 m do piso do túnel. Os suportes foram posicionados na mesma distancia utilizada no ensaio com plantas. Cada repetição consistiu na pulverização da calda durante 2 minutos. As condições climáticas durante os testes foram temperatura de 23,4 ± 1,7oC e 51,3 ± 5,0% de umidade relativa. Após as aplicações, as plantas de soja foram mantidas em casa de vegetação e avaliadas para estimativas visuais de dano aos 28 dias após a aplicação (DAA). Para os fios de nylon, a calda depositada em cada fio foi removida por meio de lavagem com água destilada e solução resultante foi lida através do método de espectrofotometria. No segundo experimento, realizou se análise de espectro de gotas, utilizando um analisador de partículas (Sympatec GmbH, ClausthalZellerfeld, Alemanha) com lente R7 (faixa de 18 a 3.500 µm de diâmetro). Foram comparados os espectros de gotas das pontas MUG11003, TTI11003 e AIXR11003 nas pressões de 137, 275, 414, 552, 689 e 827 kPa . Foram determinados o DV50, a amplitude relativa (RS) e a porcentagem de gotas menores que 200 µm (gotas deriváveis). Os dados obtidos indicam que o aumento da altura da barra resulta em um aumento da deriva e do dano em plantas para todas as distâncias em estudo, também, os resultados para os diferentes modelos de pontas. Os maiores danos em plantas foram observados quando estas estavam mais próximas da ponta. Para a análise de espectros de gotas, observou-se a redução nos valores de DV0,5 e o aumento na porcentagem de gotas deriváveis quando a pressão de trabalho é aumentada.
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    Qualidade de aplicação de produtos fitossanitários em soja nos sistemas de monocultura e integração lavoura-floresta
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-07-29) Rangel, Pedro Henrique de Souza; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Ulisses Delvaz; https://orcid.org/0000-0001-6131-0289; http://lattes.cnpq.br/8520084377953959; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608
    Uma importante característica dos sistemas de integração lavoura-floresta (ILF), é a criação de um microclima na área em que ele é implantado. O objetivo dotrabalho foi avaliar a qualidade de aplicação e perdas para o solo na cultura da soja em áreaexplorada com monocultura e em integração lavoura-floresta. O trabalho foi composto pordois campos experimentais. O primeiro foi instalado no sistema de integração lavoura-floresta da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP). O segundo foi instalado emsistema de monocultura, situado a 300 metros do primeiro campo. O delineamentoexperimental foi blocos casualizados, compostos por 6 tratamentos em esquema fatorial 3x2,sendo 3 classes de gotas (muito fina, fina e média) e 2 períodos do dia (matutino evespertino), com 4 repetições. A temperatura, umidade do ar e velocidade do vento forammedidas durante a aplicação de cada parcela, em ambos os campos experimentais. A caldautilizada para a aplicação dos tratamentos foi composta por água, corante marcador AzulBrilhante FD&C (0,6 %, v v-1) e corante fluorescente LRM 100 (0,6 %, v v-1).Posteriormente foi avaliado a qualidade da aplicação, por meio do depósito (mg L-1) ecobertura (%) nas folhas. Também foram avaliadas as perdas para o solo. As condições detemperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento foram influenciadas pelo sistemade cultivo presente na área. As perdas para o solo foram maiores no sistema de monocultura.Entretanto, os valores de depósito (mg L-1) e cobertura (%) foram maiores no sistema demonocultura, quando comparado com o sistema ILF.
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    Técnicas de aplicação de produtos fitossanitários no tomateiro em ambiente protegido
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2018-02-28) Dario, Gustavo; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    O controle químico de pragas e doenças é um dos principais desafios da horticultura emambiente protegido. Devido a problemas relacionados aos equipamentos de aplicação utilizadospela maioria dos agricultores e a falta de parâmetros para auxiliar na escolha da técnica deaplicação adequada às condições específicas de cultivo. Portanto, o objetivo desta pesquisa foiavaliar a qualidade da aplicação e as perdas de produtos fitossanitários na cultura do tomateiroem ambiente protegido com diferentes técnicas de aplicação. As técnicas de aplicação avaliadasforam: Técnica 1 – Bastão com duas pontas de jato cone vazio, modelo JA-2 (700 kPa), taxa deaplicação de 618 L ha-1; Técnica 2 - Barra na vertical com 6 pontas de jato cone vazio, modeloATR 0.5 (700 kPa), taxa de aplicação de 493 L ha-1; Técnica 3: Barra na vertical com 6 pontasde jato plano simples, modelo AXI 11002 (400 kPa), taxa de aplicação de 1442 L ha-1. Foramavaliados os indicadores de qualidade da aplicação, depósito (quantitativo) e a cobertura(qualitativa) das folhas do tomateiro, em três estratos transversais no do dossel cultura (superior,médio e inferior) e dois estratos longitudinais (parte externa e interna do dossel). Nesta pesquisasugere-se o desenvolvimento do índice de qualidade da aplicação, que considera a deposição, acobertura, a taxa de aplicação e o Índice de Área foliar da cultura. Quanto maior este índice,maior evidência de eficiência na quantidade depositada e uniformidade de distribuição das gotasno alvo. Foi avaliado também a perda da pulverização para o solo e o volume de caldatranspassado para linha adjacente à linha pulverizada. Os resultados demonstram que a técnicade aplicação com Bastão (618 L ha-1) proporciona maior depósito relativo em comparação aBarra-AXI 11002 (1442 L ha-1). O depósito relativo na parte interna é menor nos estratos queapresentam maior espessura do dossel e maior Índice de Área Foliar. A técnica de aplicaçãoBarra-ATR 0.5 (493 L ha-1) proporciona menor cobertura da superfície adaxial das folhasinternas do dossel em comparação as demais técnicas. Em geral, a cobertura é maior nasuperfície adaxial das folhas e na parte externa do dossel e sem diferença entre os estratossuperior, médio e inferior. A perda relativa para o solo da casa de vegetação, na linha eentrelinha, é influenciada pela técnica de aplicação. A técnica do Bastão (618 L ha-1) e da Barra-AXI 11002 (1442 L ha-1) proporcionam maiores volumes transpassados para as linhasadjacentes à linha de aplicação em comparação a Barra-ATR 0.5 (493 L ha-1). Na parte externadas plantas e no estrato superior, a técnica com Bastão (618 L ha-1) proporciona melhor Índicede Qualidade de Aplicação em comparação as demais técnicas. Na parte interna do dossel, oÍndice de Qualidade da Aplicação é semelhante para todas as técnicas de aplicação.
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    Test bench para coleta de deriva em condições de clima subtropical
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2019-02-22) Precipito, Laís Maria Bonadio; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Lima, Julião Soares de Souza; https://orcid.org/0000-0002-8178-3937; http://lattes.cnpq.br/4456536143814608; Osipe, Jethro Barros; http://lattes.cnpq.br/9692340257207288; Abi-Saab, Otavio Jorge Grígoli; https://orcid.org/0000-0002-1757-636X; http://lattes.cnpq.br/8437035647330384
    Um método alternativo ao método da ISO 22866, para medir deriva em campo foidesenvolvido pela Universidade de Turin (Department of Agricultural, Foresty andEnvironmental Economics and Engineering (DEIAFA)) denominado de test bench ouensaio da bancada. Essa metodologia, se apresenta mais rápida e simples de reproduziros ensaios para avaliação da deriva em campo e pode ser feita em condições instáveis devento, quando comparada a ISO 22866. Objetivou-se com esta pesquisa quantificar aderiva coletada por meio da metodologia de test bench em condição de clima subtropical,com três pontas de pulverização em duas pressões de trabalho e duas alturas da barra depulverização. O trabalho foi feito em delineamento inteiramente casualizado com 12tratamentos, resultados da combinação de 3 pontas de pulverização, 2 pressões e 2 alturasde barra com quatro repetições, totalizando 48 ensaios. As pontas utilizadas foram a XR11002 (100 e 400 kPa), AIXR 11002 (100 e 600 kPa) e ATR 2.0 cônico vazio (400 e2000 kPa), com duas alturas de barra: 0,50 m e 1,00 m acima da bancada de ensaios.Durante os ensaios, as condições agrometeorológicas tais como velocidade e direção dovento, temperatura e a umidade relativa do ar foram registadas continuamente a cadasegundo a uma altura de 2,0 m do solo. O test bench mostra-se como uma metodologiaque possibilita avaliar a deriva em nível de campo nas condições de país subtropical,evidenciando que as alterações nas condições agrometerológicas, pontas e pressão sãodecisivas na deriva de pulverizadores de barra. A umidade relativa do ar e a pressão detrabalho foram os fatores mais determinantes na deriva proporcionada pelas pontas depulverização ATR 2.0, XR11002 e AIXR11002. A mudança da altura da barra de 0,5 para1,0 m não influencia na quantidade de deriva coletada.
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    Utilização de hipoclorito de sódio na limpeza de pulverizadores contaminados com herbicidas
    (Universidade Estadual do Norte do Paraná, 2022) Cunha, João Pedro Bufalari da; Gandolfo, Marco Antônio; https://orcid.org/0000-0003-2314-3752; http://lattes.cnpq.br/5560552732033631; Oliveira, Rone Batista de; https://orcid.org/0000-0002-3071-4827; http://lattes.cnpq.br/2379804514613050; Gandolfo, Ulisses Delvaz; https://orcid.org/0000-0001-6131-0289; http://lattes.cnpq.br/8520084377953959; Matsumoto, Leopoldo Sussumu; https://orcid.org/0000-0001-5102-545X; http://lattes.cnpq.br/0857955043436449; Rodrigues, Euripedes Bomfim; https://orcid.org/0000-0001-6531-878X; http://lattes.cnpq.br/9720688699522760
    O conhecimento agrícola está em constante mudança. Dentro dessas mudanças e conhecimentos está a tecnologia de aplicação e os herbicidas para controle de plantas daninhas. As plantas daninhas, quando não manejadas, afetam negativamente o desenvolvimento da cultura. Devido ao aparecimento de plantas daninhas resistentes a determinados princípios ativos, muitos produtores praticam a mistura em tanque de diferentes tipos de herbicidas para que ocorra uma ampliação no espectro de controle. Devido a mistura de diversos agroquímicos e diferentes formulações, a limpeza do tanque dos pulverizadores torna-se imprescindível para que injúrias após a sua utilização sejam evitadas e para que não ocorra a redução da vida útil do equipamento. O objetivo deste trabalho foi avaliar injúrias causadas por herbicidas sobre plantas sensíveis após processo de limpeza de circuito hidráulico com diferentes tipos de agentes limpantes. Foram utilizados quatro circuitos de pulverização compostas por um sistema com bomba de pulverização, agitador mecânico, filtro de linha, válvula solenoide, fluxômetro, barra de pulverização, filtro de pontas e seis pontas de pulverização. As unidades de pulverização foram contaminadas com Roundup Transorb R® (3 L/ha) + Atectra® (1,5 L/ha) e Roundup Transorb R® (3 L/ha) + Zethamaxx (0,6 L/ha) e os agentes limpantes utilizados foram: água e hipoclorito de sódio. Foram realizadas avaliações aos 7,14,21,28 e 35 dias após a aplicação. Os resultados mostraram que a Qboa® aumenta a remoção de agroquímicos e pode ser utilizado como agente limpante.
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